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terça-feira, 7 de julho de 2015

Mundo Animal, Patynho arrasa Jabuti - Charge Mestre Zel Humor


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Bastidores da Política e da Imprensa em 07/07/2015




Perda

Cabo Frio no mês de junho perdeu novamente mais de 1 milhão de reais em receita de royalties de petróleo, e esse cenário que já é devastador deve se agravar ainda mais, o valor do barril de petróleo hoje está a 57 dólares, antes da crise se intensificar chegou a mais de 110 dólares.

Perda 2

E a perda de receita não vem só com a queda no valor do barril de petróleo, a crise moral que se caiu sobre a PETROBRAS com a prisão de executivos e donos de importantes empresas prestadores de serviço, e com a prisão dos diretores da PETROBRAS, fez com que os investimentos na empresa parassem, diminuindo assim a possibilidade de recuperação de receita por aumento da produção.

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E o quadro de perda não para, em efeito cascata todas as outras receitas do município seguem caindo, todos os repasses estaduais e federais seguem em queda, a situação financeira da cidade é desesperadora.

Dirlei Pereira

Algumas pessoas questionaram porque estou "falando mal do Dirleizinho", em nenhum momento falei mal do Dirlei, aqui é um blog que trata sobre política na Região dos Lagos com enfoque especial para Cabo Frio, não inventei duas candidaturas a prefeito na história do Dirlei (1996 e 2004) onde não teve nem mil votos, como não inventei que Dirlei tem sonho de ser prefeito e atacou para tentar tomar os partidos PR, PROS e PRB para ser candidato por uma dessas legendas

Dirlei Pereira 2

Se o sonho do Dirlei em ser prefeito não é compatível com o cargo em que ocupa a culpa também não é minha, se o ataque ao PROS, PRB e PR são feitas de forma pouco cavalheira com Emanoel Fernandes, Cláudio Bastos e Walmir Porto tão pouco tenho culpa da forma do Dirlei fazer política, o que não vou deixar de fazer é informar os bastidores políticos da cidade, fique Dirlei me chamando de inimigo em rede social ou mandando ASPONE fazer piada.

Dirlei Pereira 3

Até acho legítimo o Dirlei sonhar em ser prefeito e conseguir um partido, desde que não tenha que para isso prejudicar pessoas, eu acho que Dirlei tem todo o direito de uma terceira candidatura para ver se dessa vez tem mais de mil votos, já que das outras duas não passou de 800 votos.

Arraial do Cabo

O advogado Dr. Luiz Fernando Calaça afirma que os funcionários dos Postos de Saúde de Arraial do Cabo estão sem pagamento pois a prefeitura não estaria recebendo repasse federal por não ter prestado contas das verbas anteriores.

Cinema na Praça

A Praça de São Cristóvão, será transformada em uma grande sala de cinema entre hoje (07/07) até o dia 9 de julho. O projeto "Cine em Cena Brasil" leva à Praça de São Cristóvão quatro sessões diárias, com entrada livre. A ação é mais uma parceria entre a Secretaria de Educação de Cabo Frio e a Concessionária CCR ViaLagos.

Cinema na Praça 2

As sessões são gratuitas e serão sempre, durante os três dias, nos horários das 8h, 10h, 13h30 e 15h30. A entrada estará sujeita apenas a lotação máxima do local.

Em cartaz

Hoje (07/07) e 08/07 - Rio 2 – 8h // Colegas – 10h // Como treinar seu dragão 2 – 13h30 // Se puder... Dirija! – 15h30.

09/07 - Confissões de Adolescente – 8h // Como treinar seu dragão 2 – 10h // Confissões de Adolescente – 13h30 // Jack, o caçador de gigantes (3D) – 15h30

Colunista

O economista Pedro Nascimento Araujo nos apresenta hoje a crônica "Desservicialização" onde fala da economia e política no Mercosul e aponta erros da presidente Dilma Rousseff (PT) e de seu governo.

Desservicialização




Por Pedro Nascimento Araujo

Em meio a um furacão político com devastação ainda por medir, Dilma Rousseff embarca para a VII Cúpula BRICS. O Brasil está pegando fogo politicamente: o impeachment de Dilma Rousseff depende de apenas dois fatores para deixar de ser uma impossibilidade para se tornar uma inevitabilidade: um embasamento palpável (a rejeição das “pedaladas” nas contas dela pelo TCU, a implicação dela em colaborações premiadas na Operação Lava-Jato, a impugnação da chapa dela no TSE etc.) e a saída do PMDB. Ambos podem acontecer a qualquer momento; inclusive, nunca. Com aprovação popular abaixo de dois dígitos, Dilma Rousseff é um cadáver iminente que só permanece insepulto porque ainda não aceita que morreu – e não faltar-lhe-ão candidatos dispostos a fornecer o proverbial coup de grâce. Por isso, a política externa deveria ser a válvula de escape primordial para sua torrente de más notícias no front interno. Ocorre que ela é conhecida por não gostar nem de política externa nem de economia – ou, ao menos, de economia liberal: estatizante, centralizadora e interventora, é de autoria de Dilma Rousseff a desastrosa Nova Matriz Econômica, pecado original que resultou na recessão que lhe corrói a popularidade como um câncer agressivo. Mesmo em meio ao caos político, ela prestigia a Cúpula BRICS, decerto um evento importante tanto pelo tamanho dos países envolvidos quanto pelas iniciativas conjuntas, mas não ignora uma outra esfera de negociações que poderia ser bastante proveitosa para o Brasil, país particularmente carente de investimentos estrangeiros nesse momento: reveladas pelo Wikileaks de Julian Assange, as negociações do TISA (Acordo de Comércio em Serviços, ou Trade in Services Agreement no acrônimo original em inglês, com reuniões, pautas e atas fechadas ao grande público e com sigiloso garantido pelos cinco anos subsequentes ao final da negociação) envolvem 51 países de diversos tamanhos e graus de desenvolvimento: há dos 28 da União Europeia ao Paquistão, dos três do NAFTA (Canadá, EUA e México) aos 4 da Aliança do Pacífico (Chile, Colômbia, México e Peru), além de gigantes comerciais asiáticos (Japão, Coreia do Sul, Hong-Kong e Taiwan) e até dois membros do Mercosul (Paraguay e Uruguay). Se for aprovado, o TISA vai concentrar 70% do comércio internacional de serviços. Há apenas um grande grupo ausente por enquanto: BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) estão fora das negociações do TISA – ao menos por enquanto, porque o Wikileaks informou que a China pediu para se juntar às negociações, que (ainda segundo o Wikileaks) envolvem de transportes (aéreo e marítimo) a comércio eletrônico, passando por engenharias e contabilidade, dentre outros. Por isso, caso o TISA seja aprovado com o Brasil de fora, precisaremos de mais um neologismo para definir o subsequente processo de perda de capacidade no setor terciário da nossa economia, que responde por quase 70% do PIB nacional: desservicialização – o maior desserviço ao nosso país na deveras extensa lista de desserviços ao Brasil by Dilma Rousseff.

Em termos de diplomacia comercial, o Brasil privilegia os acordos multilaterais; em outras palavras, a energia fica concentrada em destravar a Rodada Doha da OMC, que começou em 2001 e não tem data para ser fechada – se é que algum dia o será. Além disso, há apenas a atuação em bloco – leia-se Mercosul; todavia, nem ao descobrir (via Wikileaks) que dois de seus quatro sócios no Mercosul (Paraguay e Uruguay) estão negociando a liberalização de seus mercados de serviços, o Brasil esboça interesse em entrar na negociação do TISA. Ficar fora do TISA por qualquer veleidade política de Dilma Rousseff deixa de ser apenas mais uma má escolha para se tornar um equívoco completo quando há a presença de sócios do Mercosul nas negociações – e isso sem falar na possibilidade de a China aderir. Explica-se. O Mercosul, embora esteja longe disso na prática, é um mercado comum e prevê livre circulação de produtos, serviços e pessoas. Mais especificamente, uma vez no Mercosul, uma empresa não pode sofrer restrições dos demais membros e seus produtos e serviços são considerados como equivalentes àqueles produzidos em quaisquer dos demais membros. Isso quer dizer que, no caso de sucesso no TISA, os pequenos mercados de Paraguay e Uruguay passariam a concentrar as sedes das empresas do setor terciário no Mercosul, uma vez que, de Assunção ou de Montevidéu, elas poderiam beneficiar-se das proteções do TISA e ter acesso aos grandes mercados de Argentina, Brasil e Venezuela, aonde não teriam restrições por conta do Mercosul. Seria um desastre para o setor terciário brasileiro, que emprega a ampla maioria da mão de obra nacional e que responde por quase 70% do nosso PIB: concorrendo com empresas de porte mundial, com escala e amparadas pelo TISA, certamente muitas nacionais quebrariam e não seriam substituídas por internacionais. Isso reduziria a arrecadação e o emprego no Brasil. Uma das vantagens do Brasil em termos de Mercosul é o tamanho bruto: com um mercado de 200 milhões de pessoas, o país é a escolha natural de sede sul-americana para empresas estrangeiras – afinal, se a partir do Brasil, que faz fronteira com todos os demais, é possível atender aos grandes mercados da Argentina (40 milhões) e da Venezuela (30 milhões), obviamente também é possível atender aos pequenos mercados de Paraguay (6 milhões) e Uruguay (3 milhões). Em uma situação de TISA sem participação do Brasil, todavia, a vantagem viraria uma monumental desvantagem: com as empresas do setor terciário se sediando nos menores países e, de lá, atendendo aos maiores países. Os impostos e empregos ficariam concentrados em nossos vizinhos. Isso é bem diferente da situação atual, que privilegia o Brasil como sede das empresas, mas que distribui empregos e impostos entre todos os países porque, afinal, todos os países do Mercosul seguem as mesmas regras – o que não seria observado caso apenas Paraguay e Uruguay sejam parte do TISA: nesse caso, as empresas contratariam todos os empregados apenas nesses dois países ; ou seja, ainda que contratassem cidadãos dos demais países, os salários e impostos seriam pagos em terras guaraníticas ou charruas. É a desservicialização.

O TISA é uma evolução do GATS (Acordo Geral para Comércio de Serviços, ou General Agreement on Trade in Services, no original em inglês), acordo tímido firmado ainda na Rodada Uruguay do GATT, que não especificava compromissos ou prazos. Na verdade, o GATS já tinha como princípio a não discriminação de serviços estrangeiros, mas o TISA leva isso ao paroxismo ao impedir a criação de normas nacionais para o setor. É um projeto para lá de ambicioso. Com a aprovação do fast-track para o presidente Barack Obama negociar acordos comerciais sem que o Congresso possa alterar o conteúdo (somente poderá aprovar ou reprovar integralmente), os Estados Unidos estão levando adiante a mais espetacular rodada de liberalização do comércio mundial da história – e isso está sendo feito à margem da OMC, a única aposta do Brasil. Washington está trabalhando em três negociações enormes e secretas: a Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (com a União Europeia), a Aliança Transpacífica (com potências comerciais da Ásia, como Coreia do Sul, Japão e Singapura, bem como os países da Aliança do Pacífico) e o próprio TISA. Na verdade, em nossa vizinhança, o Tio Sam vem, por meio de contratos bilaterais (Colômbia, Chile e Peru), Regionais (NAFTA e CAFTA) ou com blocos (Aliança do Pacífico no seio do TISA), reconstruindo a ALCA que Hugo Chávez enterrou em 2005, mas o Brasil parece não ver. De fato, há tempos utilizo o nome Carolina para referir-me à imagem da República Brasileira, como Marianne é a imagem da República Francesa, e o momento é apropriado para retomar a metáfora (antes, convém explicar que a inspiração para o apodo é a canção homônima de Chico Buarque, que versa que “o mundo passou na janela e só Carolina não viu”): só Carolina não viu Washington reconstruir a finada ALCA por meio de todos esses acordos, só Carolina não viu Bruxelas relegando o acordo com o Mercosul em prol de um acordo com Washington, só Carolina não viu 70% do comércio mundial de serviços caminhando para virar um único mercado mundial que alijará as empresas brasileiras – aliás, só mesmo Carolina para não ver seus dois menores parceiros de Mercosul participando das negociações do TISA. Se só Carolina não viu coisa alguma porque não ver coisa alguma é a única coisa que Carolina sabe fazer. O pranto de Carolina não a renderá: o mundo continuará passando despercebido na janela. Dilma Rousseff, uma expert em codinomes (Estela, Vanda, Patrícia e Luíza), com sua visão tortuosa, tornou Carolina ainda mais cega ao mundo – com tudo isso acontecendo, Carolina tem olhos apenas para o paralisado Mercosul e para a agonizante Rodada Doha da OMC. Ao léxico da gestão de Dilma Rousseff, que já incorporou temas como reprimarização (uma pauta de exportação concentrada em commodities, como nos tempos pré-industriais) e desindustrialização, tão logo o TISA seja implementado, os brasileiros poderão acrescentar a essa triste lista o neologismo desservicialização.

Pedro Nascimento Araujo é economista.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Dirlei Pereira já foi duas vezes candidato a prefeito de Cabo Frio, e quer ser novamente




Quando fizemos a matéria "Dirlei Pereira segue seu psicodélico sonho de ser prefeito de Cabo Frio", relembre clicando AQUI, muitas pessoas questionaram porque Dirlei Pereira faria algo tão burro quanto se lançar candidato em uma eleição que deve ser polarizada entre Alair Corrêa (PP) e Marcos Mendes (PMDB) como a eleição de 2016, já que Dirlei não teria a mínima chance de se eleger.

E a melhor resposta para essa pergunta está no passado, Dirlei Pereira já se candidatou duas vezes a prefeito de Cabo Frio, sem nenhuma chance de vencer, tendo apenas um partido, sem nominata de vereador, e por duas vezes teve votações tão ridículas quanto a sua própria candidatura.

*Eleição de 1996 - clique na imagem para ampliar

Confira na imagem acima a eleição de 1996, onde a disputa foi polarizada entre Alair Corrêa (PP) que venceu a eleição com 22.964 votos e Paulo Massa (PMDB) que ficou em segundo com 17.522 votos, e Dirlei na época ficou em sexto lugar (de sete candidaturas) com 601 votos.

*Eleição de 2004 - clique na imagem para ampliar

Na eleição de 2004 Dirlei se lança pela segunda vez candidato a prefeito de Cabo Frio, novamente sem nenhuma chance de vencer, tendo apenas um partido, sem nominata de vereador, foi ridicularizado na urna com apenas 727 votos, a eleição foi polarizada entre Marcos Mendes que se elegeu com 36.593 votos e Dr. Paulo César que obteve 32.054 votos.

Portanto Dirlei Pereira segue perseguindo sim seu psicodélico sonho de ser prefeito, ele realmente quer tomar o PRB de assalto, se enfiando em uma candidatura suicida e inexpressiva, e o pior arrastando com ele para o buraco uma ótima nominata de vereadores que pode eleger três vereadores se o Dirlei não destruir o partido.

Bastidores da Política e da Imprensa em 06/07/2015




COPA

O Conselho de Pastores (COPA) é uma instituição séria da cidade de Cabo Frio, e seus diretores e presidente não podem ter filiação partidária, apoiar candidatura a prefeito ou vereador, exatamente para não manchar sua imagem com política.

COPA 2

No entanto o Conselho de Pastores (COPA) tem sido usado politicamente por políticos que sequer é pastor, que se infiltram em reuniões, que deliberam como se fossem uma autoridade religiosa, e quando sai para fazer sua politicagem usa o nome da instituição e afirma ter o apoio dela.

COPA 3

O meu sincero conselho ao Conselho de Pastores (COPA) é que não permitam que político que não é pastor siga deliberando e participando de reuniões que deveriam ter objetivo eclesiástico, cuidado com o lobo com pele de cordeiro que usa a boa imagem de vocês para sua promoção pessoal e politicagem.

Professorinha

E a professorinha que não gosta de dar aula perdeu a eleição do SEPE, coitadinha terá que continuar em sala de aula, não vai poder seguir ganhando sem trabalhar oficialmente, agora vai precisar continuar ganhando e fingir que dá aula.

Tocha

Cabo Frio está confirmada no Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016. O Comitê Organizador dos Jogos anunciou em Brasília nesta sexta-feira (3/7), a lista das primeiras 82 cidades que integrarão a jornada da chama Olímpica pelo país. Cabo Frio é uma das cidades. A data e o percurso detalhado da passagem da chama Olímpica ainda serão confirmados.

Secretaria de Educação

A Secretaria Municipal de Educação de Cabo Frio (SEME), através do Departamento de Formação Continuada (DEFOC), está oferecendo um Ciclo de Palestras, em parceria com o Instituto Federal Fluminense (IFF), sobre os 400 anos de fundação da cidade. A programação prevê atividades até o final do ano. Todos podem participar.

Secretaria de Educação 2

As inscrições acontecem através do email ceenataliacaldonazzi@semecabofrio.rj.gov.br, ou pelo telefone do IFF (22) 2645-9500.

Praça da Melhor Idade

Nesta semana, equipes da Prefeitura de Cabo Frio revitalizaram a Praça Gentil Gomes de Faria, a Praça da Melhor Idade, localizada no bairro da Passagem.  O local passou por etapas de reurbanização para sua melhoria. Foi feita uma limpeza geral, incluindo pintura, reforma da cozinha e banheiros, poda e manutenção de toda parte elétrica. Além da reforma e pintura de todos os equipamentos da academia, deixando a praça ainda mais agradável.

Ariana Rodrigues

Quem assoprou velinhas essa semana foi a querida amiga Ariana Rodrigues, esposa do Professor Chicão; Ariana fez duas comemorações uma na Adega Galioto e outra no Parada Obrigatória.

Menina de Ouro

A crônica "As Dicas" da nossa Menina de Ouro, Vânia Carvalho, é mais uma prova que a genialidade de Vânia não tem limite, se prepare para rir e refletir muito sobre um político de Cabo Frio. Imperdível!

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