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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Samba de Várias Notas. Por Marcos Chaves.


EQUÍVOLÂNDIA

Dado a gravidade do momento e as reações exacerbadas dos envolvidos nos últimos acontecimentos, não fugirei a minha obrigação de reportar os fatos, porém provocarei a cumplicidade da comunidade do samba, incitando à reflexão.

* Até quando teremos que esperar a formação e o início dos trabalhos da tal “Comissão”, que o Sr. Prefeito afirmou que efetivaria em dez dias?

* Se para estacionar na Morada do Samba durante o carnaval não era aceito cheque nem cartão como forma de pagamento, porque até hoje não foi feito o rateio do dinheiro apurado?

* O que será que a sociedade cabo-friense vai achar, logo em meio a crise, da Liga criar mais uma despesa não rebaixando a última colocada do Grupo Especial?

* Será que o resultado oficial do próximo carnaval não cairá em descrédito, se os diretores envolvidos no “caso dos jurados” não forem punidos?

* Porque a Liga não publica na mídia impressa o Balancete das oficinas do Projeto da BR, dando fim as especulações?

Enquanto medito sobre estas reflexões, sigo me equivocando e revendo meus conceitos sobre o que é saudável para o futuro do carnaval cabo-friense.


NOVOS RUMOS

Até agora não entendi o porquê deste período tão longo entre a eleição e posse da nova Diretoria da Liga.

Antecipei-me em assuntar sobre possíveis punições pela nova diretoria, e já soube que serão julgados apenas os assuntos requeridos pelas agremiações.

Então ta!!! Tem cheiro de incenso no ar...!!!


DURA REALIDADE

Acreditem!!! Somos verdadeiramente o segundo carnaval do Estado do Rio de Janeiro e o primeiro do interior do Estado, segundo alguns critérios. Porém é dura a nossa realidade em números de participantes:

Ritmistas ........................ 230

Baianas ........................... 60

Compositores ................. 16

Intérpretes ...................... 14

Diretores de Bateria ....... 9

Carnavalescos Locais .... 8

C.de Frente/Coreógrafos.5

Numa rápida analogia das obrigatoriedades do Regulamento do Carnaval, constata-se uma forçosa e nociva repetição de protagonistas.


DOCE PERSPECTIVA

A qualidade e o requinte do acabamento de nossos carros alegóricos e fantasias, a estupenda evolução dos nossos Diretores de Harmonia, o talento inato dos nossos compositores e a vocação-foliã natural do nosso povo, são fatores que estabelecem a hegemonia do nosso carnaval no interior do Estado e denota uma grande perspectiva de futuro.

O que falta é gestão: organização e métodos.

O tema do próximo carnaval deveria ser: “Austeridade e Transparência”

Isso sem perder a alegria é claro!!!


QUEM É QUEM

Aguardem!!! Na semana que vem um verdadeiro raio-X do carnaval de Cabo Frio. Agremiação por agremiação no pós-carnaval qual é a real situação de cada diretoria e seu elenco de artistas.


CAUSOS E FATOS

O carnaval de 2007, com certeza, marcou um novo tempo para a Harmonia das Escolas de Samba de Cabo Frio, um pouco por força das necessidades e muito por uma ocorrência que ora passo a narrar.

Numa atitude arrojada João Gomes, Presidente da GRES Em Cima da Hora, desencadeou uma série de ações que arrumassem a Direção de Harmonia de sua agremiação. JG nomeou Jair Turra como Diretor de Carnaval e Álvaro neves como Diretor de Harmonia. A incompatibilidade dos gênios levou os dois Diretores à renúncia de seus cargos e provocaram uma declaração bombástica por parte de Valfredo Machado: “Nem Jesus Cristo dá jeito na Harmonia da Em Cima da Hora”.

JG não desistiu, realmente a Tricolor do Coral há muito não conseguia uma nota dez em harmonia, e junto com Felício Batista criaram uma Comissão de Harmonia , formada por Marcos Chaves, Jorge Alemão, Célio Fernando e Lucio da Falange. No resultado dos desfiles um dos jurados de Harmonia foi rigorosíssimo e não deu nota máxima a nenhuma agremiação, assinalando sua maior nota 9,8 a GRES Em Cima da Hora e o segundo jurado consagrou o trabalho com a tão sonhada nota DEZ.

O mais inusitado do caso acorreu na comemoração no Canto do Forte, no quintal do Chapelão: entusiasmados com o sucesso da Comissão, Fernanda Terra que era uma espécie de administradora, organizou a confraternização da equipe de Harmonia que transformou-se numa grande festa e quando a maioria dos componentes já estavam “bacanas” de cerveja, eis que chega Cássia da Vermelho e Branco: “E aí...meus amigos... Parabéns... estão chegando os Cavalos Marinhos. Trotando...trotando...” A saudação da Grande Dama da Vermelho e Branco era acompanhada de uma coreografia que nenhum dos presentes conseguia acompanhar, chegamos a conclusão que não estávamos “bacanas” o suficiente para tal.

Que saudades de Cássia e dos tempos da Comissão.

Eu, Marcos Chaves estava lá. Testemunho e dou fé.


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