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terça-feira, 24 de março de 2015

Bandidos fardados agridem e ameaçam de morte líder da militância LGBT




Bandidos de farda agem contra cidadão de bem

A manhã de ontem (23/03) começou com tristes notícias na Região dos Lagos do Rio, a criminalidade não esta só entre aqueles que chamamos de bandidos, mas também esta entre os policiais, nos quais podemos chamar de bandidos de farda. Um crime dessa turma, violência total contra um cidadão de bem, aconteceu nesta madrugada, na porta do SPEC (São Pedro Esporte Clube), em São Pedro da Aldeia. A vitima o jovem Rodolpho Campbell nos relatou a seguinte situação:

"Fui com alguns amigos ao baile no SPEC (evento de um grande amigo), e no final do baile como estava chovendo, como o táxi não tinha chego, fomos esperar embaixo da cobertura de uma farmácia ao lado do clube. Dai fomos tirar uma foto da nossa galera (Só gays e travestis), do nada jogaram cerveja em cima da gente, uma das travestis minha amiga foi para cima do cara e eu a segurei e separei. Dai o cara me deu um soco nos peitos e como sabemos que eles não são flor que se cheire, fui falar com uma viatura que estava na frente do evento que queria ir para delegacia com o individuo (o agressor) registrar uma ocorrência.

Com isso os policiais falaram que se eu quisesse registrar ocorrência que eu pegasse um ônibus ou um táxi, por que eles não eram táxi. Eu falei que iria reportar o caso ao coronel, e eles nem confiança deram; mas quando eu inflamado comecei a gritar que eles eram omissos e que estavam ali esperando qualquer coisa, menos em agir em defesa da segurança das pessoas, os senhores policiais saíram da viatura e me mandaram calar a boca, por que eu estava os desacatando, ai respondi que não estava e dizia a realidade dos fatos. Ai o Robson (Sargento) me pegou pelo braço me jogou dentro da viatura, meu marido pediu para ir também e eles o empurraram em cima de cones e o mesmo caiu no chão. Não satisfeitos dentro do carro, me humilharam, me chamando de viado, otário, babaca e ficavam mandando eu virar homem e peitar o menino que me deu o soco. Pois eu só sabia peitar a polícia, eu sozinho com os três falava "só quero ir a delegacia, só isso", continuaram me hostilizando, com isso disse que estava gravando tudo que estavam falando e começaram a querer tomar meu telefone e para isso me deram um tapa forte no pescoço, um me enforcou e outro torcia minhas mãos.

Dai o celular passou de mão em mão, tentaram apagar, porém não conseguiram, pois tinha senha. A viatura já estava chegando na Via Lagos (onde tem tipo um viaduto e perguntei, porquê não tinham entrado no retorno para chegarmos a delegacia, quando o policial Thiago, mandou eu ficar quietinho que eles não queriam me matar. De pronto respondi que se eles fizessem isso, que meus amigos tinham tirado foto da viatura e que eu era amigo do Coronel e sua esposa e que ambos não deixariam isso ficar impune, eles começaram a discutir entre si, então decidiram me levar pra DP, onde os próprios registram ocorrência contra mim, por desacato. Enquanto isso (eu já na delegacia), na frente do Clube, o cara que me agrediu, pegou uma arma e disse que iria matar meus amigos, por sorte meu amigo o dono do evento tinha voltado para fechar os caixas e colocou todos pra dentro do clube, sobe os cuidados de alguns seguranças que ainda estavam por lá. Estou com muito medo, achei que fosse morrer dentro da viatura, mas essas sensação não vai me calar e levarei esse caso até as últimas instancias." - Rodolpho Campbell.

A sociedade fica revoltada com esse tipo de situação, estamos cansados desses bandidos de farda. Eram para os cara nos protegerem, mais ao invés disto não, nos atacam. São literalmente marginais, não se tem explicação para isto. Até quando vamos ficar nas mãos dessa gente, também somos reféns de parte da polícia. Não podemos ficar calados, isto não pode ficar impune, a sociedade precisa agir.

Matéria: Vinicius Figueira

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