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terça-feira, 31 de março de 2015

Cartão Vermelho Jovem - Por Carlos Matheus




A Verdade Sobre o Desarmamento

A Câmara dos Deputados vêm, nos últimos meses, debatendo sobre a revogação do Estatuto do Desarmamento, que está em vigor desde 2003, aliás, esse estatuto foi uma das primeiras leis a serem aprovadas com o Mensalão vigorando. O retorno da discussão se a população brasileira pode ou não portar armas, se contribui ou não para a segurança pública, deve-se graças à eleição de um dos Congressos mais conservadores que tivemos nos últimos anos, devido à entrada de Policiais Militares, como é o caso do Deputado Capitão Augusto, Delegados e militares das Forças Armadas no cenário político brasileiro.

Um fato curioso sobre o Estatuto do Desarmamento é que em 2005 foi feito um Referendo para decidir se proibiriam a comercialização de armas no Brasil e, para o desespero dos desarmamentistas, a população brasileira foi às urnas e votou contra tal medida, mas infelizmente o governo não respeitou a decisão popular e o Estatuto continuou em vigor, exercendo uma série de proibições para o comércio legal de armas, tornando-se quase impossível um cidadão comprar uma arma por vias legais.

Quando o assunto Revogação do Estatuto do Desarmamento vem à tona, surgem argumentos do tipo: “A revogação do Estatuto do Desarmamento irá fazer com que as pessoas se matem”; “O povo brasileiro não está preparado para portar armas”; “O Estatuto do Desarmamento coíbe crimes”, etc. Acontece que esses argumentos não se sustentam contra a mais simples pesquisa. Para começar, assim que a lei que dificulta o cidadão a possuir armas por meios legais passou a vigorar, os números da criminalidade dispararam no Brasil. Isso ocorre, pois o desarmamento só afetou a população civil de bem, os criminosos não foram desarmados com o estatuto, sendo assim, o cidadão se encontra sem defesa, enquanto a marginalidade está “armada até os dentes”, visto que é impossível a polícia dispor de um efetivo suficiente, para que se tenha um policial para cada habitante.

Temos o seguinte cenário: um bandido quando tem a certeza que a população não tem formas de reagir (não tem uma arma) e que não existem policiais por perto, nada o impedirá de cometer o crime, pois as chances de obter sucesso são quase certas, ao passo que se não existisse uma lei desarmando a população, o bandido não saberia se a vítima teria condições de se defender, portanto, as chances de êxito do ato criminoso seriam totalmente incertas, sendo assim, tais atos não seriam constantemente praticados e, quando fossem, o cidadão de bem teria condições de se defender. Uma prova disso é que os países com menos armas a cada mil habitantes, são os que têm as maiores taxas de criminalidade, enquanto os que têm mais armas a cada mil habitantes, são os com as menores taxas de criminalidade.

Vamos fazer uma comparação EUA/Brasil: nos EUA existem trezentos e treze milhões de habitantes, num total de duzentos e setenta milhões de armas, com uma taxa de homicídio de quinze mil pessoas ao ano; no Brasil existem cerca de duzentos milhões de habitantes, num total de oito milhões de armas, com uma taxa de homicídio de cinquenta e duas mil pessoas mortas por ano. Outro dado importante é o que os estados americanos que limitaram o acesso da população à armas de fogo, viram um aumento alarmante da violência. Mais uma prova do fracasso do Estatuto do Desarmamento é o seguinte: no Brasil as chances de você ser ferido sem esboçar reação são de 25%, reagindo de modo não violento são 45%, agora, reagindo com arma de fogo a chance de você sair ferido é de 6%. Além disso, 60% dos criminosos admitem que evitariam assaltar alguém que saibam estar armado, enquanto 40% evitariam assaltar apenas pela desconfiança de que a vítima pode estar armada.

Existe um fato sobre o desarmamento da população civil que é pouco falado. Todo governo autoritário adota medidas para desarmar o seu próprio povo, estatizando todas as armas do país, tirando os meios da população lutar contra a ditadura. Foi assim com Hitler, Stalin, Mao Tsé-Tug, Fidel Castro, Hugo Chavez e o ditador norte coreano Kin Jong Il. O mais assustador é que o Partido dos Trabalhadores, PT, não tem aspirações democráticas, visto que é o fundador e líder do Foro de São Paulo que vem implantando e financiando ditaduras por toda a América Latina. Podem ter certeza, o Estatuto do Desarmamento não foi feito para garantir a segurança da população, mas para estabelecer um Estado autocrata e cleptocrata aqui no Brasil.

Está mais do que provado que a única serventia do desarmamento civil é fazer a manutenção de ditaduras, por vias do genocídio, pois só um lado estará armado, visto que nos lugares em que foi adotada tal medida os índices de violência dispararam. O monopólio das armas jamais deverá ser dos Estados. Agora, aos hipócritas desarmamentistas, que vivem levantando placas em campanha dizendo: “Sou da paz! Minha casa é livre de armas”. Coloquem uma placa dessas na porta de suas casas, se vocês realmente acreditam que o Estatuto do Desarmamento protege a população. Uma nação nunca deve confiar num governante que a desarma, pois “Desarmar o povo é o meio mais eficiente de escravizá-lo” George Manson.

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