Leal Porto

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RESTAURANTE DA PONTE

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"O lugar certo de comer peixe" - Em cima do Mercado Municipal do Peixe (22) 2647-5341

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Banzo. Por Marcos Chaves



 

TEMPOS DIFÍCIES

Após a hecatombe da queda dos royalties tenho observado uma onda de pessimismo em Cabo Frio. O pessimismo antes de tudo uma forma de defesa, um reflexo involuntário que denota um sentimento de impotência. E numa observação com maior acuidade pude notar a atuaçãode alguns personagens em nossa cidade:

O ”OTIMISTA”

Geralmente são pessoas que não foram afetadas pelas medidas deliberadas em contenção da crise, e de maneira descompromissada e irresponsável alegam que “é na crise que se cresce”.

O OPOSICIONISTA

Oportunista por natureza, a oposição deita e rola em cima da desgraça alheia. Manipula os incautos e incita os ânimos já exaltados, sempre alegando: -"a culpa toda é deste governo".

O SINDICALISTA

Panfletários e escandalosos os sindicalistas aproveitam a crise e levantam suas “bandeiras” ignorando o óbvio: qual político se apraz em demitir e cancelar contratos? E na contra-mão dos últimos fatos alegam sem nenhum pudor: -"Estamos em campanha por aumento salarial".

O VEREADOR

Atônitos com a demissão em massa e perplexos coma proximidade do novo pleito, os vereadores promovem discursos acalorados, se digladiam e num esforço  sobre humano jogam para a “galera” que lota as assistências das sessões na câmara.

Quem vem se destacando é o Presidente da Casa – Marcelo Correa, que com seu jeito sereno e discreto consegue tocar a “nau legislativa” em meio a tormenta.

O PUXA-SACO

Nestes momentos de crise a figura do “puxa-saco”  ressalta toda a sua inconveniência. Inoperante e incompetente, ele se omite das ações necessárias e como um antigo “vinil” arranhado não se cansa de  repetir: “meu chefinho não tem culpa...meu chefinho não tem culpa!!!

O REALISTA

Os realistas são a grande maioria e com objetividade analisaram os fatos e constataram que a única saída é “trabalhar”, “empreender” soluções inovadoras  e  lembrar a todos em sua volta que o questionamento correto para o momento é : - "O que eu posso fazer pela minha cidade? E não o que se ouve costumeiramente: - O que Cabo Frio vai fazer por mim?".

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