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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Samba de várias notas. Por Marcos Chaves


CRÔNICAS DO CARNAVAL CABOFRIENSE I

Fui contemplado pelo PROEDI/2014 para publicar um livro de crônicas, sendo que por orientação jurídica fui obrigado a recolher todos os livros, que como toda crônica prima pelo enfoque cotidiano de personagens populares.

O fato é que citava nominalmente em minha publicação diversas vezes o nome ou alcunha de algumas figuras com quem travo duríssimas batalhas judiciais.

CRÔNICAS DO CARNAVAL CABOFRIENSE II

Publicarei uma 2ª Edição do livro tomando o cuidado de preservar nomes e locais, para assim cumprir com a “contrapartida social” que o PROEDI nos determina.

A picardia e o humor sarcástico são característicos na crônica, sem magoar ninguém a arte do cronista se faz reveladora. Transcreverei agora, em primeira mão, uma “nova versão”. Lembrem-se que qualquer semelhança será mera coincidência.

O EMBAIXADOR DO CARNAVAL

Estava próximo o fim da primeira década do segundo milênio judaico-cristão e os embates políticos em Cabo Quente estavam acirradíssimos. O segmento do carnaval, assim como todos setores da sociedade quentista, estava rachado e politicamente o pau comia solto.

Foi quando Ado, Presidente do Bloco Búfalo da Barra, resolveu homenagear a figura central do carnaval quentista: O Embaixador do Samba.

Eis que no dia da escolha de samba a boca da barra estava lotada, e iniciou-se a disputa de qual seria o samba escolhido para o próximo carnaval.

A grande expectativa da noite era a dupla Tatú e Jorginho Kalongueiro que eram quase imbatíveis em disputa naquela nobre agremiação.

Todos os sambas exaltavam qualidades e grandes feitos do Embaixador, embalando a massa no ritmo do samba. E quando chegou a grande hora, a dupla preferida da massa exclamou seus versos: “E para o nosso povo, ele se agiganta... E a ainda há quem diga... Que essa coca é fanta”.

Bem não precisa dizer que o Embaixador não gostou nada da exposição da sua lascívia e opulência e ordenou o corte do samba da famosa dupla.

- Vocês não podem nos punir por nossos versos, bradava Tatu. – A verdade está do nosso lado!!!

Estava lá, eu vivi e para isso os subscrevi.


Saudações.

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