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"O lugar certo de comer peixe" - Em cima do Mercado Municipal do Peixe (22) 2647-5341

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Essa é a nossa realidade, nem alforria, nem liberdade. Por Letícia Jotta




"Ele foi agredido porque era negro" 

Em vídeo, policial agride estudante e aponta arma. Aluna que presenciou a cena afirma que atitude foi demonstração de racismo - Carta Capital 09/01/2012

‘Me chamaram de macaco, preto’. Dois irmãos foram agredidos por agentes da CPTM em estação da Barra Funda - GELEDÉS 08/06/2017

A cada 23 minutos um jovem negro é assassinado no Brasil - BBC BRASIL 06/06/2016

Negros são mais abordados e agredidos - Folha de São Paulo 06/04/1997

Preconceito racial e racismo institucional no Brasil - Matéria do LE MONDE 03/06/2012

Mulher negra sofre racismo em unidade do CEPAT (Centro Público de Atendimento ao Trabalhador) em Joinville: “não temos nada para limpeza”  - Diário 09/10/2017

É assim que os negros são tratados no Brasil. Não estou aqui me vitimizando por ser negra, estou mostrando a realidade. E quem pensa que nós, os negros, gostamos de parecer "vítimas" ou buscamos holofotes não sabem o que é entrar numa loja e ver olhares desconfiados dos vendedores ou seguranças. Não sabe o que é ter um filho negro(a) e ter que ficar angustiada em casa por saber que a cada 100 pessoas mortas 71 são negras.

Esse é o nosso dia-a-dia, essa é a nossa realidade, nem alforria, nem liberdade. Nosso país é preconceituoso sim! O caso do ator Diogo Citra é apenas um dos vários que acontecem todos os dias. 

O problema de discriminação racial no Brasil é sério e tanto eu como você temos a obrigação de lutarmos juntos contra isto. Já fui vítima de discriminação, já tive familiares e amigos que também foram vítimas, temos que mudar isto!

Vereadora Negra Letícia Jotta
Até a próxima semana
Com a nossa Gente. Sempre!

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