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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Novo vídeo mostra filha da prefeita de Araruama sendo escoltada por 3 carros oficiais



O primeiro de abril é conhecido como o "Dia da Mentira". Nesse dia, viralizam as piadas e memes na Internet sobre os mais diferentes assuntos, principalmente, sobre políticos que se destacaram por suas gafes, declarações ou pelas polêmicas em que se envolveram. O alvo preferido das piadas dos internautas em Araruama, por exemplo, foi a prefeita Lívia de Chiquinho (PDT), que se envolveu em uma grande polêmica há alguns dias com o fato do carro oficial da Prefeitura ir buscar a filha dela na escola, escoltado por duas viaturas da GM.
Um vídeo publicado nas redes sociais, que circulou principalmente pelo whatsapp nessa semana, pode complicar ainda mais a situação da prefeita, porque mostra claramente o uso da máquina pública em benefício próprio, o que caracteriza o crime de peculato, quando há o desvio de bem ou equipamento público de suas funções para favorecimento do servidor público, no caso ela mesma. No início do vídeo, é mostrado um discurso da prefeita em que ela assume o compromisso de que não terá carro à disposição.
Também essa semana, a presidente da Câmara de Araruama e desafeta política de Lívia, vereadora Penha Bernardes, chegou a dizer que vai fazer denúncia ao Ministério Público e pedir a instauração de inquérito por crime de "improbidade administrativa". Se o MP abraçar a denúncia e ela for aceita pela Justiça, a prefeita pode inclusive perder o cargo. É o tipo de coisa com a qual não se brinca, nem no primeiro de abril. No Brasil de hoje a gente vê quem não tem mais ninguém que está "acima da lei". A Prefeitura de Araruama continua no silêncio e não se pronuncia sobre o assunto.
AS ORIGENS DO PRIMEIRO DE ABRIL
Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de abril. Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano se iniciaria a 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.


Fonte: Plantão dos Lagos


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