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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Setor de petróleo e gás é responsável por 30% do PIB do Estado do Rio, diz Abespetro durante Brasil Offshore




O setor de petróleo e gás é responsável por 30% do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, da soma das riquezas do Estado do Rio, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (Abespetro) divulgados nesta terça-feira (25) na abertura da Brasil Offshore.

A feira é uma das principais do setor de petróleo do país e deve atrair cerca de 53 mil pessoas para o Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho, em Macaé, na Região dos Lagos do Rio, até sexta-feira (28).

O governador do Estado do Rio, Wilson Witzel, também participou da abertura do evento e falou sobre a importância de atrair novas refinarias para o Estado do Rio.

De acordo com o diretor-presidente da Abespetro, Claudio Makarovsky, o setor emprega 1,2 milhões de trabalhadores no país. Desses, 94% são brasileiros. Ele também falou sobre remuneração.

"A média salarial dos trabalhadores de petróleo é maior do que quatro vezes a média nacional, passando dos R$ 8 mil. Para cada emprego gerado na exploração e produção, dois são imediatamente gerados na cadeia e, oito, por efeito e renda. Essa cadeia é responsável por 13% do PIB Brasileiro e 30% do PIB do Estado do Rio de Janeiro", disse Claudio.

O diretor-presidente da Abespetro citou ainda a importância dos investimentos em melhorias na segurança da rodovia BR-101.

"Estamos certos que em breve teremos assegurada a integridade dos nossos colaboradores e da população da região para ir e vir. Um direito constitucional que às vezes é tolido", afirmou.

A feira


Sobre a feira Brasil Offshore, o prefeito de Macaé, Dr. Aluizio, disse que ela se tornou o espaço ideal para discutir medidas que já garantiram passos importantes para a reestruturação do mercado de óleo e gás do Brasil.


“O momento agora é do gás. A primeira grande pauta da feira foi a quebra do monopólio. Já discutimos também os campos maduros, agora está na hora da virada”, disse.

Segundo o prefeito, cada plataforma operando na cidade são pelo menos mil empregos diretos gerados.
"Se a gente voltar a trabalhar na Bacia de Campos, nos campos maduros, que existem aos montes, a gente consegue gerar cerca de 20 mil empregos. Em um primeiro momento cerca de cinco a sete mil empregos", afirmou Aluizio.

O prefeito afirmou ainda que: "muita gente trabalhando é muito óleo saindo. Muio óleo saindo são muitos royalties entrando, então o ciclo é extremamente virtuoso", destacou.

A Bacia de Campos engloba o trecho que vai de Vitória, no Espírito Santo, até Arraial do Cabo, no Rio. Ela é responsável pela produção nacional de 40% de petróleo e 17% da de gás natural. Ao todo, são 39 campos produtores que ocupam uma área de 100 mil metros quadrados.




Fonte: g1.globo.com

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