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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Suspeita de envolvimento na morte de casal de tatuadores é presa; polícia diz que ela e o marido agiram com frieza


Uma mulher de 55 anos suspeita de envolvimento na morte do casal de tatuadores em um carro de aplicativo em Macaé, na Região dos Lagos do Rio, foi presa nesta quinta-feira (25). Segundo a polícia, no dia do crime, a mulher agiu com frieza, enquanto as vítimas estavam na casa dela.

"Ela fez almoço para eles, sabendo do que aconteceria depois, o que demonstra a frieza dos suspeitos", informou a polícia.

O pedido de prisão temporária foi aceito pelo Ministério Público e expedido pela 1ª Vara Criminal de Macaé. O marido dela, suspeito de matar as vítimas e balear o motorista de aplicativo, foi preso na segunda-feira (22). A polícia diz que o casal foi frio e fez questão de agradar as vítimas.

O crime aconteceu na noite de domingo (21). Luiza Barbosa Pereira, de 20 anos, e Renan da Silva Pereira Abade, de 19, foram enterrados na terça-feira (23), em Cabo Frio.

Segundo informações da Polícia Civil, o casal foi até a casa dos suspeitos, porque o homem alegou ser cadeirante e pediu para que os dois fossem até casa dele para fazer as tatuagens, que custam cerca de R$ 5 mil.

Em depoimento, o falso cadeirante confessou para a polícia que pegou um carro por aplicativo com as vítimas, logo após o serviço. Ele alegou que iria buscar o dinheiro para o pagamento na casa de um amigo.
Procurado pelo G1, um parente das vítimas informou que os suspeitos haviam planejado o crime. "Ele atirou para não pagar a tatuagem, ele já parecia ter tudo esquematizado. Fazer a tatuagem e matar para não pagar ", revelou.

Outros tatuadores ouvidos também relataram ter recebido o mesmo pedido do suspeito para fazer tatuagens, mas eles se negavam a ir até a casa dele.

Sobre o casal

Parentes das vítimas disseram que eles tinham se mudado para Macaé há 11 dias. Os dois eram de Tamoios, segundo distrito de Cabo Frio.

A família só soube a motivação do crime quando o motorista baleado teve uma melhora no hospital e contou os detalhes para a polícia.

A Prefeitura informou ao G1 que, por motivo de segurança, não vai passar o estado de saúde do motorista internado no Hospital Público de Macaé (HPM).

 Fonte: g1.globo.com



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