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quinta-feira, 28 de maio de 2020

Região perde 4.667 empregos formais em dois meses


A Região dos Lagos segue a tendência nacional de desaquecimento do mercado de trabalho nos últimos dois meses, marcados pela pandemia do novo coronavírus. Apenas em março e abril, os sete municípios da região perderam 4.667 vagas formais de emprego. O número é a diferença entre contratações e demissões no período, segundo levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho, que é ligada ao Ministério da Economia.

Apenas em Cabo Frio, foram eliminados 1.910 empregos com carteira assinada nos dois últimos meses, sendo 923 em março e 987 em abril, de acordo com o levantamento do Governo Federal. Em janeiro e fevereiro, ainda no período pré-pandemia e durante a alta temporada, o município perdeu 45 e 40 postos formais de trabalho, respectivamente. Pelo chamado ‘novo Caged´2020’, não foram divulgados os números de admissões e dispensas dos municípios, apenas dos estados.

O segundo município mais impactado na região é Armação dos Búzios, que viu serem extintas 1.196 vagas de trabalho, incluindo todos os setores econômicos. Foram 605 postos fechados em março e 591 em abril. O cenário difere bastante daquele registrado no começo do ano, quando o balneário gerou 190 empregos, sendo 175 em janeiro e 15 em fevereiro.

Por sua vez, em Araruama, foram eliminados 457 postos formais de trabalho, sendo 278 deles em abril. No primeiro bimestre, o município gerou 200 empregos. São Pedro da Aldeia reforçou a tendência de queda nas estatísticas de empregabilidade. Em 61 dias, foram ceifadas 451 vagas. No município de Saquarema, foram menos 328 oportunidades para trabalhadores com carteira assinada.

Em Arraial, onde boa parte da força de trabalho está empregada no setor turístico, 272 empregos deixaram de existir nos dois últimos meses, dos quais 122 em março e 150 em abril. Iguaba Grande completa a lista, com saldo negativo de 53 vagas de trabalho.

No Brasil, as demissões superaram as contratações com carteira assinada em 860.503 postos de trabalho, em abril. Foram 1.459.099 desligamentos e 598.596 contratações. Em valores nominais, São Paulo teve o pior desempenho, com saldo negativo (mais demissões do que contratações) de 260.902. O estado é seguido por Minas Gerais com 88.298 demissões; Rio de Janeiro, 83.626, e Rio Grande do Sul, 74.686 demissões.



Fonte: folhadoslagos.com

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