Leal Porto

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RESTAURANTE DA PONTE

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"O lugar certo de comer peixe" - Em cima do Mercado Municipal do Peixe (22) 2647-5341

quarta-feira, 31 de março de 2010

Marcos Mendes leu nota do TER-RJ no Prog. Amaury Valério


O futuro ex-prefeito de Cabo Frio, Marcos Mendes, acabou de ler essa nota da Assessoria de Comunicação do TRE-RJ:


“As decisões unipessoais do juiz relator desafiam, em regra, agravo regimental a ser julgado pela Corte eleitoral. E do acórdão desta, cabem, eventualmente, embargos de declaração e REspe (recurso eleitoral especial). Em hipótese de agravo interno, a eficácia da decisão hostilizada fica subordinada ao julgamento do Pleno”. Assessoria de Comunicação do TRE-RJ.


Link:http://www.tre-rj.jus.br/imprensa/jsp/download_arquivo.jsp?id=19522


Vale lembrar que essa nota acima é apenas uma nota para imprensa, ela não tem valor de decisão nenhuma, e até o momento o futuro ex-prefeito não conseguiu reverter à situação jurídica eleitoral em que se encontra, Marcos Mendes está cassado e com seu processo 7122 (antigo 101) julgado por intempestividade (perda de prazo no recurso) no TRE-RJ. E por isso o processo encontra-se “Trânsito em julgado”


- Trânsito em julgado é uma expressão usada para uma decisão (sentença ou acórdão) da qual não se pode mais recorrer, seja porque já passou por todos os recursos possíveis, seja porque o prazo para recorrer terminou. Daí em diante a obrigação se torna irrecorrível e certa.


DEU NO BLOG DO CHICÃO - Traído ou Traidor?


- A moda de alguns defensores do governo agora é dizer que Marquinho Mendes foi traído por Alair e Delma Jardim. Bom, e os milhares de cabofrienses que se sentem traídos e que foram perseguidos pelo atual prefeito, muitos deles que votaram em Marquinho Mendes ? Basta ver o que fizeram com o ex diretor do Teatro Municipal Guilherme Guaral e com o Farofa, da ex PF produções, para ver quem é que trai quem na cidade;


- Também se sentem traídos pelo prefeito os empreiteros que faliram por não receberem, os produtores culturais, os artistas, os músicos, os rockeiros, os funcionários demitidos por não terem padrinhos, os ambienatlistas, os donos de bares que não podem tocar música ao vivo e muito mais gente insatisfeita e irada.



- Basta ver os índices de rejeição do prefeito, calculado por um site da cidade em torno de 82 %, para ver quem foi o traidor de muita gente na cidade;


- Tem (tinha) muita gente boa no governo Marquinho, mas que espaço eles tinham ? Qual o espaço e carta branca que pessoas corretas como Cacá, Evangelus, Guaral, Juarez Lopes, José Correia, Fernanda Barbosa e Clésio Guimarães tinham no governo ? Praticamente nenhum;


- Este blogueiro, que não tem compromisso com ninguém e com nada na cidade, que não tem e não quer portaria, que não tem e nunca teve dinheiro pessoal para receber da prefeitura, que nunca trabalhou em jornal ou empresa de nenhum dos dois lados e que só viu Alair uma vez na vida, está a cavalheiro para falar de forma isenta: este governo que aí estava restringiu-se politicamente a três ou quatro coronéis velhacos por vontade própria, por não respeitar os segmentos da cidade, por não cumprir acordos, parcerias e tratos políticos e por querer corromper pessoas corretas. Esta é a verdade: o resto é conversa mole;


- Algumas pessoas e intelectuais da cidade até podem não gostar de Alair como político. Eu mesmo tenho restrições a algumas de suas formas de agir. Mas daí isentar o atual prefeito dos absurdos que fez contra a cidade e seus moradores vai uma distância enorme. Desde que meu pai comprou casa em Cabo Frio, em 1976, nunca vi um prefeito ser tão criticado e odiado como o que foi cassado, e olha que prefeito ruim foi o que não faltou. Por quê será ?


Link: http://josefranciscoartigos.blogspot.com/


Bastidores da Imprensa e da Política.


Paulo Cotias


Em meio a essa confusão toda da cassação do futuro ex-prefeito, Marcos Mendes (PSDB), o Coordenador de Ciência, Tecnologia e Ensino Universitário, Prof. Paulo Cotias, estará representando o município de Cabo Frio na Etapa Sudeste da Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia. Realizada no Centro de Convenções de Vitória – ES nos dias 30 e 31 de março.


Que coisa!



Rafael Peçanha


O amigo e blogueiro, Rafael Peçanha, deve lançar hoje uma crônica sobre a vitória do Marcelo Dourado no Reality Show da Rede Globo, será que ele gostou ou não do resultado.



Um amigo a menos.


Esse comunicador que vos escreve perdeu ontem um amigo, isso faz parte da vida, infelizmente a notícia supera o lado pessoal, notícias são notícias, e quem não gosta de ser notícia saia da vidraça e volte a ser pedra.



Secom


A Secretaria de Comunicação parece desconhecer a situação jurídica que vive o futuro ex-prefeito de Cabo Frio, Marcos Mendes, não emitiram até o momento nenhuma nota, nem mesmo para dizer “daqui não saio, daqui ninguém me tira”


TRE-RJ entra em recesso hoje e só volta segunda-feira


O TRE-RJ entra em recesso hoje, 31 de março, e só retoma suas atividades na segunda-feira, 05 de abril, parece que até lá teremos que aguardar com calma o desenrolar da cassação do futuro ex-prefeito Marcos Mendes (PSDB).

terça-feira, 30 de março de 2010

“QUE QUE É ISSO, SEU CABRAL?” – Por Tony Fonseca



“Tanto que já tem por aí centenas de adesivos com o nome...”(SIC) e, mais adiante: “Afinal, os adesivos nos carros é uma propaganda...”(Idem SIC, publicado na Folha dos Lagos na coluna Informe dos Lagos, 30 de março de 2010)



E olha que eu ia começar essa coluna dizendo bem dos tantos Cabral que muito elevaram nossa cultura, nosso desbravamento dos mares, antes da quilha ser pensada, nossa aviação, nossa literatura... Sacaduras, João de Melo Neto, Pedro Álvares e outros dessa mesma árvore genealógica causaram tanto progresso, nos deram tanto orgulho, nos ajudaram tanto e agora nos aparece um boçalóide desses que nem escrever seu idioma direito sabe, e arvorando-se de pitonisa chinesa de R$ 1,99. Distribui profecias. Denigre, no afã de bajular mais semvergonhamente ainda seu próprio dono, acusando-o pelo “talento” que o mesmo teria para ser traído. Isso pode até “pegar mal” se nosso EX prefeito levar para outras paragens. O EX prefeito, Dr Marcos Mendes, é um médico e, pelo que sei, dos bons, e isso de ter “talento” para ser traído é coisa de bobo de menos inteligente, coisa que nenhum dos dois envolvidos nesta triste história o é.



O que realmente tem acontecido neste momento político da cidade é que há (viu, senhor “jornalista”? HÁ, do verbo haver. Não se meta a escrever o que não domina!). Mas, sim, o que HÁ é uma porção de gente como o senhor que, mesmo não tendo gabarito para assinar a responsabilidade de Diretor de Jornalismo de seu próprio veículo jogando essa “batata quente” no colo da colega, escrevendo arrevezadamente (“nunca quis” é, no mínimo, ridículo!), dá palpites (errados), fala bobagens que ninguém lê.



Não sou, ao seu contrário, nenhum profeta. Todavia posso sentir que seu fim (quero dizer, seu fim profissional, no mundo do jornalismo) está fadado a triste fim. Quando finalmente a “caravana passar”. Quando os cães, cansados de ladrar para a inexpugnável vitória dessa marcha, desse deslanche da HISTÓRIA DE CABO FRIO e retornarem às suas covas imundas, de onde tentaram tumultuar com mentiras, calúnias e desserviço o nosso JORNALISMO e o nosso lindo idioma pátrio, gostaria de saber onde o senhor se meterá. Será que nosso EX prefeito vai se lembrar lhe lançar um último ossinho para o senhor roer?





Tony Fonseca é professor, jornalista e escritor, autor da trilogia infanto-juvenil “O Sonho de Chuvisquinho”, além de colaborador cronista do Blog Cartão Vermelho.



OAB/CF. se posiciona sobre Torres do Cabo

Ordem dos Advogados do Brasil

Seção do Estado do Rio de Janeiro

20ª. Subseção da OAB-RJ

(Cabo Frio – Arraial do Cabo - Armação dos Búzios)


Ofício n° 007/CIRC/10 Cabo Frio, 25 de março de 2010.

Prezado Senhor,


Recebemos notícia de que o artista plástico TORRES DO CABO encontra-se enfermo e enfrentando restrições financeiras, o que dificulta até mesmo a aquisição de medicamentos caros, de gêneros alimentícios e outros elementos básicos e essenciais de sobrevivência.


Notícias dão conta de que o referido cidadão foi beneficiado por norma legal do Município de Cabo Frio que lhe concedeu “pensão especial”, que não restou implementada em razão de preferências políticas locais adversas da atual administração, o que, por questões humanitárias, parece de todo inconcebível e irracional.


Trata-se de cidadão dedicado às artes plásticas e que, com a sua profissão, ajudou a construir a cultura e a imagem deste e dos demais municípios da região, elevando e divulgando as nossas cidades mundo afora.


Tais fatos afastam razoabilidade aos comandos políticos e eleitoreiros que retiram as condições mínimas de sobrevivência ao detentor de cidadania que supera essas mazelas político-eleitoreiras.


Solicitamos aos profissionais do direito e aos demais concidadãos que puderem e quiserem, a especial bondade de auxiliarem no que for possível, inclusive adquirindo as suas obras acaso ainda existentes e, sobremodo, cobrando das autoridades locais a implementação desse benefício que lhe foi concedido, pedido este extensivo às demais autoridades estaduais e federais.


Cordialmente,


Eisenhower Dias Mariano

= Presidente =

José - Carlos Drummond de Andrade



E agora, José?

A festa acabou,

a luz apagou,

o povo sumiu,

a noite esfriou,

e agora, José ?

e agora, você ?

você que é sem nome,

que zomba dos outros,

você que faz versos,

que ama protesta,

e agora, José ?


Está sem mulher,

está sem discurso,

está sem carinho,

já não pode beber,

já não pode fumar,

cuspir já não pode,

a noite esfriou,

o dia não veio,

o bonde não veio,

o riso não veio,

não veio a utopia

e tudo acabou

e tudo fugiu

e tudo mofou,

e agora, José ?


E agora, José ?

Sua doce palavra,

seu instante de febre,

sua gula e jejum,

sua biblioteca,

sua lavra de ouro,

seu terno de vidro,

sua incoerência,

seu ódio - e agora ?


Com a chave na mão

quer abrir a porta,

não existe porta;

quer morrer no mar,

mas o mar secou;

quer ir para Minas,


Minas não há mais.

José, e agora ?

Se você gritasse,

se você gemesse,

se você tocasse

a valsa vienense,

se você dormisse,

se você cansasse,

se você morresse…

Mas você não morre,

você é duro, José!


Sozinho no escuro

qual bicho-do-mato,

sem teogonia,

sem parede nua

para se encostar,

sem cavalo preto

que fuja a galope,

você marcha, José !

José, pra onde ?


Sentença na integra do processo n.° 7122 (número de origem 101)

*Clique na imagem para ampliar





Sentença na integra do processo n.° 7122 (número de origem 101) onde foi cassado o mandato do futuro ex-prefeito de Cabo Frio, Marcos da Rocha Mendes.





DECISÃO:



"A sentença de fls. 2033/2039 julgou procedente a representação oferecida pelo PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL - PMN em face de MARCOS DA ROCHA MENDES, declarando o representado inelegível para a eleição de 2008 ao cargo de Prefeito do Município de Cabo Frio e para as que se verificarem nos três anos subsequentes, com a consequente cassação de seu diploma.



O representado, às fls. 2047/2049, opôs embargos de declaração, os quais não foram conhecidos, já que tidos como meramente protelatórios, conforme fl. 2072. Às fls. 3087/3090, decisão do então Relator, Juiz Paulo Troccoli, de "chamamento do feito à ordem" , para reconhecer monocraticamente a tempestividade dos embargos de declaração outrora não conhecidos pelo juízo de primeiro grau e determinando a baixa dos autos para apreciação dos mesmos, ao fundamento de que havia decisão anterior determinando a apensação dos autos de exceção de suspeição, o que representaria reconhecimento de contradição pelo juízo a quo, justificando, assim, o conhecimento dos declaratórios.



O Partido opõe embargos de declaração, sob a alegação de que a determinação de apensação de autos é despacho de mero expediente, sendo inservível para fins de acolhimento de embargos de declaração tidos como protelatórios.



O Prefeito Marcos Mendes, por sua vez, interpôs agravo regimental, arguindo ausência de citação da candidata eleita Vice-Prefeita, o que implicaria em nulidade do feito, insanável a esta altura, diante do princípio da estabilização subjetiva da demanda. Pleiteia a extinção de processo sem resolução de mérito, cumulando tal pretensão com o sobrestamento do feito até o julgamento da exceção de suspeição oferecida contra o juiz de primeiro grau (fls. 3102/3105). O agravo regimental foi julgado conforme fls. 3128/3139, tendo sido por unanimidade desprovido.



O "chamamento do feito à ordem", por seu turno, foi revogado por este Relator conforme fls. 3141/3144, em decisão que restou preclusa, porquanto o recorrente limitou-se a consignar nos autos sua irresignação com os termos da mesma, reiterando pedido anterior de restauração dos autos (fls.3156/3158). Às fls. 3168/3173, embargos de declaração opostos pelo Prefeito Marcos Mendes em face da decisão de fls. 3128/3139, que julgou os agravos regimentais. Esses embargos foram rejeitados pelo, também unânime, acórdão de fls. 3200/3205. Interposição de recurso especial eleitoral também por Marcos Mendes às fls. 3209/3219, com determinação de retenção pela E. Presidência deste Tribunal às fls. 3226/3232. À fl. 3223, manifesta-se nos autos Delma Cristina Silva de Pádua, Vice-Prefeita de Cabo Frio, requerendo habilitação como assistente litisconsorcial do Prefeito. Informa que os fatos ensejadores da ação não lhe podem ser atribuídos, porquanto anteriores à formação da chapa, e que não tem provas a produzir.

Instadas para falar sobre o pedido da Vice-Prefeita, as partes não ofereceram impugnação (fls. 3242/3244 e 3255/3256). Nova intervenção da Vice-Prefeita Delma à fl. 3293, desta feita para requerer seu ingresso na qualidade de terceiro interessado e alegar "intransponível vício de sua nãocitação"



É o relatório. Decido.



RECURSO ELEITORAL. AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL.





1. Vice-Prefeita que requer ingresso nos autos como assistente litisconsorcial do Prefeito, afirmando não ter provas a produzir e, depois, suscita nulidade do processo por não ter sido citada. Preclusão consumativa. Conduta contraditória que se traduz em litigância de má-fé. Artigo 17, V, do Código de Processo Civil.





2. Embargos de declaração considerados protelatórios. Prazo para interposição de recurso que, por isso, não é interrompido ou suspenso. Artigo 275, § 4º, do Código Eleitoral. Intempestividade.





3. Recurso não conhecido por manifesta inadmissibilidade, negando-lhe seguimento (CPC, art. 557).





DA RESTAURAÇÃO DOS AUTOS





Inicialmente, não há que se falar em restauração de autos, como postulado pelo recorrente às fls. 3150/3151 e reiterado às fls. 3156/3158, em mais um dos inúmeros incidentes que acabaram por transformar este processo num emaranhado de compreensão cada vez mais trabalhosa.





A certidão de fl. 3152, da Secretaria deste Tribunal, encerra a questão, esclarecendo que não houve subtração de peças dos autos, mas simples troca de folhas em algum de seus manuseios, irregularidade de resto já sanada.



DA INTERVENÇÃO DA VICE-PREFEITA



Quanto ao pedido de intervenção no feito da Vice-Prefeita Delma Cristina Silva de Pádua, chega a causar perplexidade.



Como claramente se observa à fl. 3223, seu requerimento foi de ingresso na qualidade de assistente litisconsorcial do Prefeito. Ali, espancando qualquer dúvida a respeito de possível prejuízo decorrente do fato de não ter sido chamada a integrar o pólo passivo da relação processual (e aqui se abrem parênteses para esclarecer que essa matéria já foi objeto de deliberação expressa desta Corte no julgamento de agravo regimental interposto pelo Prefeito Marcos Mendes, conforme acórdão às fls. 3128/3138), afirmou, com todas as letras, "que não tem provas a produzir, já que não teve participação nos fatos narrados na presente demanda", ou seja: aceitou o processo no estado em que se encontrava.



Depois, como que arrependida diante das conseqüências processuais de seu gesto, manifestou- se novamente à fl. 3293, agora para requerer sua inclusão apenas como terceiro interessado e argüir o "intransponível vício de sua não-citação" .



A requerente age de forma temerária. Primeiro, impetra mandado de segurança no Tribunal Superior Eleitoral, requerendo a extinção do presente feito, não obtendo êxito (fls. 3247/3251); depois, vem aos autos e pede habilitação como assistente litisconsorcial do Prefeito, aqui na posição de recorrente, esclarecendo não ter provas a produzir; e, em seguida, contraditoriamente, faz pedido distinto e abarcando matéria já apreciada pelo Tribunal, o que demonstra claramente seu intuito de tumultuar ainda mais o processo. Hipótese típica de venire contra factum proprium, em que o comportamento posterior se contrapõe ao anterior, de forma injustificada e surpreendente. A conduta é deplorável, e desafia a aplicação de multa por litigância de má-fé, nos termos dos artigos 17, V, e 18, caput, do Código de Processo Civil.



Ademais, quando a requerente peticionou aceitando o processo no estado em que se encontrava, sem arguição de vício ou nulidade, operou-se de plano o fenômeno da preclusão consumativa, por ser vedado à parte postular mais de uma vez a mesma providência processual. Como ensina Arruda Alvim, essa preclusão ocorre "quando a parte pratica o ato, perdendo, de conseguinte, o direito de voltar a praticá-lo" . Por outro lado, como já se disse, a questão atinente à ausência de citação da Vice- Prefeita já foi objeto de decisão por esta Corte, estando igualmente coberta pelo manto da preclusão, de acordo com o artigo 473 do CPC.





Inobstante tais ponderações, é de ser acolhido, à míngua de impugnação, o pedido de ingresso na lide deduzido pela Vice-Prefeita na qualidade de assistente litisconsorcial (CPC, art. 54).



DA INADMISSIBILIDADE DO RECURSO



Adentro, agora, no juízo de admissibilidade do recurso eleitoral. E o faço para concluir que o mesmo não pode ser conhecido. Com efeito, a decisão monocrática deste Relator de fls. 3/141/3144 - irrecorrida, repita-se - que revogou a anterior decisão de "chamamento do feito à ordem" de fls. 3087/3090, produziu o efeito de restaurar a decisão de primeiro grau que não conheceu dos embargos declaratórios opostos em face da sentença, por tê-los como meramente protelatórios (fl. 2072).



Diante disso, e levando-se em conta a regra do artigo 275, § 4º, parte final, do Código Eleitoral, mansa e pacificamente encampada pelo C. TSE, torna-se imperioso reconhecer a intempestividade da impugnação recursal de fls. 2078 e seguintes, posto que protocolada no dia 18 de março de 2009, quando já de há muito transcorrido o prazo de três dias a que alude o artigo 258 do mesmo diploma legal, o qual teve seu início com a publicação da sentença, em 2 de fevereiro de 2009 (fl. 1041). Nesse sentido: "EMBARGOS DE DECLARAÇÃO JULGADOS PROTELATÓRIOS PELO TRE. RECURSO ESPECIAL INTEMPESTIVO. INTEMPESTIVIDADE REFLEXA. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO.



Os embargos de declaração manifestamente protelatórios não suspendem ou interrompem o prazo para a interposição de outros recursos (§ 4º do art. 275 do Código Eleitoral). Recursos subsequentes à decisão que considerou o recurso especial eleitoral intempestivo padecem de intempestividade reflexa" . (Ag. Reg. em RESPE 32118, Rel. JOAQUIM BARBOSA, DJE 02/09/2009)



" EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. AUSÊNCIA. OMISSÃO. REITERAÇÃO DAS RAZÕES DO AGRAVO REGIMENTAL. DESCABIMENTO. INTEMPESTIVIDADE. RECURSO ESPECIAL. EMBARGOS PROTELATÓRIOS. EMBARGOS REJEITADOS.



1. Os embargos de declaração protelatórios não interrompem o prazo para interposição de recurso.



2. É necessária a existência de vícios na decisão embargada para o acolhimento dos embargos de declaração, mesmo que para fins de prequestionamento. Precedentes.



3. A rediscussão de matéria já decidida não se enquadra no cabimento dos embargos declaratórios. Precedentes.



4. Embargos rejeitados



(ED-AgR-RESPE 34441, Rel. EROS GRAU, Publicado em Sessão, Data 17/12/2008) Registre-se, por fim, que esta Relatoria tomou ciência da decisão proferida pelo Exmo. Sr. Ministro Corregedor-Geral do TSE, nos autos no processo no. 28.942/2009-TSE, determinando que fosse observado o prazo de 8 (oito) dias previsto no Regimento Interno desta Corte Regional para julgamento dos processos de Cabo Frio, motivo pelo qual, em se tratando de matéria que não encerra controvérsias e em observância à necessária celeridade e efetividade da Justiça Eleitoral, acolho o parecer da douta PRE (fls. 2177/2194) para:



1. NÃO CONHECER DO RECURSO POR MANIFESTA INADMISSIBILIDADE, NEGANDO- LHE SEGUIMENTO (CPC, art. 557);



2. CONDENAR a assistente litisconsorcial Delma Cristina Silva de Pádua, pelas razões acima expostas, na multa por litigância de má-fé que, na ausência do parâmetro indicado no caput do artigo 18 do CPC, arbitro em R$ 5.000,00 (cinco mil reais)." Rio de Janeiro, 19/03/2010. - (a) JUIZ LEONARDO ANTONELLI - Relator(a)

Id: 936320







Saiu à publicação do D.O. que cassa Marcos Mendes.



Foi publicado no Diário Oficial na manhã desta terça-feira, 30 de março, a cassação que ocorreu na última quinta-feira no TRE-RJ do futuro ex-prefeito de Cabo Frio, Marcos da Rocha Mendes (PSDB).



O que acontece agora?



O departamento jurídico do futuro ex-deputado estadual, Alair Corrêa (PMDB), entrará ainda hoje com oficio para solicitação de sua Diplomação na Junta Eleitoral de Cabo Frio. Assim que for aceita a solicitação a Junta Eleitoral informará a Câmara de Vereadores de Cabo Frio para que marque a data para a Diplomação e Posse do (finalmente) prefeito de Cabo Frio, ALAIR FRANCISCO CORRÊA.



E o que acontece depois?



Depois soltaremos um monte de fogos, faremos uma festa, daremos risadas dos que faziam piadas com o tema, veremos os aspones e toda a sorte de puxa sacos desesperados e chorando já pensando em catar latinhas na Praia do Forte... Ah! Veremos muitas coisas.



E o que acontece depois do depois?



Bem! Depois disso precisaremos ter calma, por que haja prefeito para reconstruir uma cidade toda “ferrada” como está Cabo Frio.





* As 8:01 o Blog Cartão Vermelho tinha publicado que essa publicação não havia saído, erramos. E corrigimos o erro. Ah! Podem soltar fogos e de preferência muitos fogos.



Sugestão de Novos Empregos.







O Blog Cartão Vermelho carinhosamente sugere algumas profissões alternativas para “baba ovo”, “fantasmas”, “puxa sacos” e similares que vivem pendurados na administração do futuro ex-prefeito Marcos Mendes (PSDB).



Solicitação de Viviane Teixeira ao Blog Cartão Vermelho.


“Caros Totonho e Álex Garcia,


Peço o favor de retirar o meu nome da nota:


COMUNICAÇÃO SOCIAL


Sidney Marinho, César Pinho, Alex Garcia, Tony Fonseca, Edinho Ferrô, Fabiane Azevedo, Viviane Teixeira e Alexandra Oliveira são alguns dos nomes lembrados para assumir a secretaria de comunicação social caso o ex-prefeito Alair Francisco (PMDB) consiga realizar o sonho de voltar à prefeitura de Cabo Frio. Não houve unanimidade quanto ao nome de Jorge Malaquias do jornal “O Litoral”.


Gostaria de lembrar que sou assessora de imprensa da Secretaria Municipal de Turismo, logo pertenço ao governo de Marquinho Mendes e não tenho nenhuma relação com o grupo de Alair citado acima.


Obrigada,


Viviane Teixeira.”


Olá Viviane, estou publicando o e-mail que me enviou, e gostaria de salientar que essa nota pertence somente ao Blog do Totonho e apenas foi citada como fonte de informação na crônica do jornalista Tony Fonseca.


Do restante sei que você não tem vínculos com o Deputado Alair Corrêa e nem pertence a esse grupo, quem provavelmente desconhece essa informação é o atual presidente da ACIA, que foi eleito com apoio irrestrito deste grupo ao qual você não faz parte.


Gostaria também de agradecer pela atenção do envio do e-mail, afinal de contas tem meses que fui excluído da relação de e-mails dessa instituição, e com isso não recebo nenhuma notificação da ACIA.


Forte abraço,


Álex Garcia.


Momento Curiosidade.


Como ficam as empresas de materiais elétricos que viviam penduradas nas tetas do governo?



Será que a Rádio Ondas FM mantém o radialista Amaury Valério na sua programação da manhã? Vale lembrar que Amaury teve seu programa suspenso por promover campanha eleitoral para o futuro ex-prefeito Marcos Mendes.



Será que esse monte de aspones do futuro ex-prefeito Marcos Mendes irão pedir uma boquinha na Prefeitura de Arraial do Cabo?



E como fica o posicionamento do Deputado Federal Bernardo Ariston (PMDB) com a eminente troca de prefeito em Cabo Frio?



E Dirlei Pereira, vai de barba ou sem barba para a Diplomação e Posse do Alair Corrêa?


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