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terça-feira, 30 de junho de 2015

Deu ruim na reunião de Marcos Mendes com seus cabos eleitorais




A Sra. Denise Felippelli foi convidada pelo cabo eleitoral de Marcos Mendes, Carlinhos Carrilhos de Tamoios a participar de uma reunião com o ex-prefeito e suplente de deputado federal em exercício, Marcos Mendes (PMDB), com o objetivo de fazer uma "reunião de trabalho" e ensinar os cabos eleitorais que quiserem ser candidatos a vereadores como se comportar.

A reunião não atraiu quase ninguém, em torno de 30 pessoas estiveram por lá, entre eles o comunicador Cícero Márcio (Radio Cabo Frio AM), Dom Nicola e Jorge Bongo.

Agora acompanhe o estarrecedor relato da Sra. Denise Felippelli colocou em rede social:
 
*Clique na imagem para ampliar
KKKKK ESTOU RINDO DE MIM MESMA KKKKKKK

Viajei 200km. Usei um bom perfume. Coloquei um sorriso no rosto. Esqueci a cirurgia recente e fui a convite do meu amigo Carlinhos Carrilho a uma reunião em CFriio dos PRE CANDIDATOS A VEREADOR E PREFEITO.

Aí começa a minha saga.

Segundo o candidato a Pre Prefeito aquela reunião seria de trabalho e não festa. Reunião para explicar os procedimentos devidos aos pre vereadores.

NADA ESCLARECIDO . EM DETERMINADO MOMENTO A RELIGIÃO INVADE  REUNIÃO DE TRABALHO.

Me senti desprestigiada pois não sou evangélica ou seja NÃO EXISTO COMO RELIGIÃO.

Depois escuto falar que muitos ali vão perder a eleição a vereador mas o importante é o PRE PREFEITO GANHAR.

Depois o Pre Prefeito se levanta e diz ir ao carro apanhar um documento E NÃO VOLTA MAIS NEM PARA SE DESPEDIR DA IDIOTA QUE SOU E DOS DEMAIS PRESENTES.

Segundo informações ele ficou emocionado e a pressão subiu. E eu que estava recém operada ?

Como se não bastasse o Presidente da Associação de Pescadores da Praia da Siqueira pede a palavra e explana a situação da Lagoa no que tange aos camarões .

Pasmem. Ninguém presta atenção , toda a mesa se levanta e começa o burburinho não dando atenção a um assunto tão importante.

ESSA FOI A REUNIÃO DE TRABALHO.

Não preciso dizer a minha conclusão, né? Não posso esquecer que foi dito que uma das siglas que vem apoiando ao Pre prefeito é o PDT, isso quer dizer que .....

Carta do leitor - Prof. Mateus Rodrigues fala da ideologia de gênero




Caro Álex Garcia, escrevo na esperança de que essas palavras sejam ao menos lidas por você, mas que se faz importante nesses tempos complicados em que vivemos, tempos de ignorância e meias verdades absolutas. Radicalismos à parte, não sou apreciador de suas opiniões, mas isso não me impede de ser leitor do seu blog, um dos poucos veículos informativos de qualidade de nossa cidade.
Bom, como visto no assunto do email, gostaria de fornecer subsídios para a reflexão sobre o tema.

Ao contrário do que afirma porta-vozes da onda conservadora da sociedade, qualquer discurso é ideológico, por mais objetivo que o interlocutor queira ser, é impossível não expressar um determinado ponto de vista quando se reflete sobre um tema. Nesse sentido, deixo claro a minha preferência acerca do tema e sua importância no trabalho escolar.

Bom, o que tenho visto nos últimos dias são visões deturpadas sobre a ideia do trabalho da questão de gênero na escola, acredito que mais pela falta de informação do que por maldade.

Toda ideologia não se explica por si, mas necessita de reflexão levando-se em consideração diversos fatores, principalmente quando essa ideologia torna-se prática. Tudo dependerá do ponto de vista que se tomará na hora de analisar. Assim, liberalismo não é, necessariamente, capitalismo, tal qual socialismo não se resume a comunismo.

Portanto, meu caro, a ideologia de gênero não foge a essa regra. A interpretação que vejo reproduzida por você, em seu blog, semelhante a das lideranças religiosas de nossa cidade, reflete uma das interpretações possíveis para a questão, o que não significa ser a única. Essa visão se baseia, se não me engano, em uma experiência francesa que, penso eu também, não ser a melhor forma de se tratar o tema. A forma como o assunto está sendo trabalhado pela sociedade em geral - excluir as diferenças para produzir igualdade - é digna de aplausos... Por Hitler!

A ideologia de gênero está sendo discutida para a educação, não para ser uma disciplina a ser ensinada, mas como um, no linguajar pedagógico, tema transversal. Ou seja, uma questão existente na sociedade, que precisa ser discutida para o entendimento das diferenças, levando-se a comportamentos de tolerância e respeito, obrigação da educação de acordo com a Lei 9.394/96.

O ponto de vista que trago aqui visa criar um ambiente escolar que valorize as diferentes formas de se ver/viver a vida, não ensinar comportamento A ou B. Uma das questões mais importantes sobre a ideologia de gênero é trabalhar problemas como o machismo, até hoje propagado por atitudes muitas vezes imperceptíveis nas atitudes cotidianas. Um bom exemplo disso é a ideia de que existe coisa de menino e coisa de menina, como se menino não pudesse brincar com bonecas e meninas com carrinhos. Posso ainda citar algo que pode parecer singelo, mas que desenvolve comportamentos: as meninas sempre ganharem brinquedos mais sem graça que os meninos... Meninas sempre ganham aparelhos e utensílios domésticos em miniatura, enquanto os meninos ganham bolas, carrinhos de controle remoto e videogames.

O menino que gosta de pelúcia é menos homem que o que gosta do Hulk? E a menina que adora jogar "pelada", videogame e odeia rosa é menos menina? Esse pensamento desenvolve mais comportamentos de intolerância do que de tolerância. Concorda? Pode até parecer bobagem, mas nós que vivenciamos o cotidiano das crianças e adolescentes nas escolas, sabemos que não é.

O problema disso tudo reside no fato de ser historicamente complicado propor reflexões sobre certos assuntos "espinhosos" quando se existe uma verdade inquestionável que nos guia, esta é a grande dificuldade de trabalhar discussões desses temas com o segmento religioso. Onde estava o segmento religioso enquanto ocorriam 11 fóruns em que o tema foi debatido? Qual o interesse em se alardear e propagandear apenas meias-verdades sobre o assunto?

A sociedade está acostumada a transformações lentas, que levam gerações para acontecer. A sociedade atual, fruto da globalização e da informação, está exigindo mudanças cada vez mais velozes, tal qual as informações não esperam mais as prensas jornalísticas finalizarem seu trabalho. Essas mudanças sempre aconteceram e sempre vão acontecer, só que cada vez mais visíveis e apressadas.

Por fim, concluo com uma reflexão sobre a democracia. A nossa sociedade, democrática, preza pelo poder que emana do "demos" (povo) e para ele retorna. Esse povo é composto pelos cidadãos, que por sua vez são indivíduos únicos. Nesse sentido, a democracia é feita, antes de mais nada, pela garantia dos direitos individuais, pela convivência na diversidade, não pela "ditadura da maioria".

Logo, por mais que o país seja composto por uma maioria esmagadora de cristãos (algo em torno de 70% segundo dados do IBGE), existem minorias que professam outras crenças, ou mesmo que não professam crença nenhuma. Mesmo que existisse apenas um desses, seja ateu, umbandista ou xintoísta, não pode ser obrigado a viver sob a égide de leis feitas com base no pensamento religioso X ou Y. Cabe ao Estado cuidar de todos, independente de crença, cor, sexualidade, etnia etc. Esse é o grande problema resultante da mistura entre política e religião. Perde-se a noção do que é público e do que é privado, pois o político não deve (ou deveria) permitir que sua crença impeça a extensão dos direitos a todos.

Por Mateus Rodrigues Vieira da Silva
Professor de História
Especialista em História Contemporânea e das Religiões

P.S.: Faço votos de que meu email seja lido por você e que te ajude a refletir sobre esse outro ponto de vista. Sinta-se a vontade em usá-lo em seu blog, se assim desejar, fazendo as devidas referências.

Do Blog Cartão Vermelho

Sr. Mateus há 10 anos fui o primeiro comunicador e programa de TV a apoiar o movimento LGBT em Cabo Frio, posso afirmar que se não fosse por mim algumas das Paradas LGBT da cidade não teriam ocorrido, sempre defendi e defenderei os direitos civis de qualquer minoria, ou mesmo de qualquer indivíduo, sempre me colocando contra injustiças e abusos de autoridade, seja lá quem for essa autoridade.

Mas posso te dizer com toda a certeza do mundo que eu não quero uma escola onde meu filho vai brincar de boneca, ou que ache que esse comportamento deva ser incentivado ou achado normal, NÃO É ACEITÁVEL, ler seu texto só me reforçou a te dizer que ideologia de gênero é deturpação social, e vou lutar contra ela com todas as minhas forças.

Abraços,
Álex Garcia

Obama prefere Brandeis ou Bush?




Por Pedro Nascimento Araujo

Barack Obama é um político sui generis. Sua eleição teve um valor simbólico fenomenal: primeiro negro a ser eleito presidente dos Estados Unidos, Obama representava a consagração dos direitos civis pelos quais homens como o pastor Martin Luther King Jr. haviam lutado e morrido. Além disso, Obama também acenava com a retomada da liberdade e da transparência, valores basilares da sociedade americana que seu antecessor George W. Bush havia solapado na esteira do 11 de Setembro. Por isso, é ainda mais lamentável que o CRRC (Centro de Pesquisa de Documentos de Guerra, ou Conflict Research Record Center no original em inglês), um repositório de documentos recuperados por tropas americanas no Iraque e no Afeganistão, esteja sendo fechado na administração de Barack Obama. Seria um passo decisivo rumo ao obscurantismo. Como bem ensinou Louis Brandeis, legendário juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos, a luz do sol é o melhor desinfetante que existe. Trazer a público documentos secretos é algo que fortalece qualquer sociedade, principalmente as democráticas. Obama se elegeu, dentre outras coisas, para retirar os entulhos autoritários e antitransparência de seu antecessor George W. Bush. Os Estados Unidos precisam de mais Brandeis e de menos Bush. Apesar das nada desprezíveis escorregadas na arapongagem, Barack Obama sempre pareceu mais próximo daquele do que deste. Porém, a iminência do fechamento do CRRC coloca no colo do presidente americano a decisão final: Obama prefere Brandeis ou Bush?

O CRRC foi uma iniciativa de Robert Gates durante seu período como Secretário de Defesa. Faz parte de um amplo programa chamado Iniciativa Minerva de 2008, por meio do qual o sistema militar americano abriria seus arquivos para pesquisas em colaboração com civis. Subordinado ao Pentágono, ao CRRC competia, em linhas gerais, tornar públicos arquivos referentes aos governos de Saddam Hussein no Iraque e do Taliban no Afeganistão para pesquisadores civis. Mais do que isso, a ideia de Gates era apresentar a visão do outro lado de cada conflito, com planos de disponibilizar para todos os documentos de outros países que os EUA combateram em poder do Pentágono, cuja expansão poderia incluir casos como o do Panamá de Noriega, invadido em 1989. Na verdade, o CRRC ainda não chegou a traduzir e disponibilizar 10% do que possui. E o muito pouco que já está disponível é ouro em estado bruto. A maior parte do já disponível trata do Iraque. Por exemplo, por meio áudios de reuniões de Saddam Hussein com seus colaboradores mais próximos mostram que, em 1979, o ditador iraquiano se preparava para uma guerra contra Israel com o objetivo de tornar-se líder inconteste de todos os países árabes – e, em consequência, uma espécie de califa. No mesmo encontro, disse que seria necessário antes mostrar aos EUA que defender Israel seria um atoleiro inviável. Com nível de paranoia capaz de rivalizar com Stálin, Saddam estava convencido de que era alvo o dos americanos no Oriente Médio, apesar de todas as evidências em contrário, como o apoio que recebeu de Washington durante a guerra contra o Irã. Saddam delirava: em gravações, afirma ter certeza de que os americanos haviam apoiado Khomeini (cuja revolução foi apoiada por Moscou) contra o Xá, aliado de longa data da Casa Branca. Aliás, Saddam reescrevia a história de acordo com suas conveniências: embora ele tenha sido o invasor do Irã em setembro de 1980, mandou sua mídia estatal divulgar que Teerã invadiu o Iraque seguindo ordens de Washington. Documentos como esses mostram que os conflitos iniciados em 1990 (Guerra do Golfo) e 2003 (Guerra do Iraque) já eram divisados por Saddam nos anos 1970 e que a situação piorou nos anos 1980, quando a imprensa americana revelou um escândalo conhecido como Irã-Contras (comandado pelo coronel Oliver Norht durante o governo de Ronald Reagan, era o financiamento clandestino de ajuda aos antissandinistas via da venda ilegal de armas aos iranianos), que foi considerado por Saddam como prova cabal de um plano americano para acabar com ele.

O poder de revelações que tais arquivos podem proporcionar é enorme. Somente do Iraque há mais de 50 mil páginas de documentos e 200 horas de gravações capturados no Iraque. A iminência do fim do CRRC exatamente quando Obama manda “consultores militares” para o Iraque para combater o Isis torna a decisão ainda mais estapafúrdia – ainda mais quando se sabe que “consultores militares” é uma variação da abordagem inicial americana para o que viraria o atoleiro conhecido como a Guerra do Vietnam, talvez maior vitória pírrica da história: cinquenta mil mortos do lado americano e cinco milhões mortos do lado vietnamita apenas para evitar que o Vietnam do Norte invadisse o Vietnam do Sul, o que ocorreu apenas dois anos após a retirada das tropas, malgrado o compromisso que o Vietnam do Norte assumiu de não fazê-lo na conferência de paz que pôs fim ao conflito. Por meio do CRRC, há como vislumbrar claramente o surgimento do Isis no Iraque. Saddam esteve em contato com a Irmandade Muçulmana em 1991. O sudanês Hassan al-Turabi, um dos líderes do grupo, visitou o Iraque e propôs que Saddam se tornasse publicamente um defensor internacional do salafismo como forma de ter o apoio da organização e de jihadistas internacionais. A Irmandade Muçulmana, perseguida implacavelmente pelo Partido Ba’ath de Saddam (incidentalmente, o mesmo da ditadura dinástica do al-Assad na Síria) no Iraque, passou a ser tolerada. Com a queda de Saddam, lideranças locais da Irmandade Muçulmana viriam a criar o Estado Islâmico do Iraque e do Levante, ou, simplesmente, Isis. Voltando à Guerra do Golfo, os documentos mostram que Saddam sabia que uma resposta ocidental viria, mas que ele pensava que um bombardeio não produziria efeitos práticos – chegou a dizer que não tem “medo de aviões como os panamenhos” e que nunca havia visto aeronaves decidirem um conflito. Julgando-se apoiado por todos os árabes, Saddam simplesmente não acreditava que a Arábia Saudita pudesse oferecer seu território para tropas e bases aéreas invadirem seu país. Livros importantes foram escritos com base no material disponibilizado pelo CRRC, como The Saddam Tapes (Kevin Wood) ou Iraq in Wartime (Dina Khouri). São obras que mudaram a maneira como o Iraque de Saddam Hussein é entendido, exatamente por juntar documentos e conversas do ditador iraquiano. Por meio desses documentos, sabemos que Saddam Hussein buscou o apoio de Yasser Arafat meses antes da invasão do Kuwait dizendo que seria uma forma de “derrotar” os americanos antes de “expulsar” os israelenses do Oriente Médio. Não se sabe a resposta de Arafat pelos documentos até agora apresentados.

É particularmente preocupante que Barack Obama não se sensibilize pelo destino do CRRC. O custo anual de manter e processar os arquivos é de um milhão de dólares – a título de comparação, o orçamento anual do Pentágono é da ordem de 60 bilhões de dólares. Assim, não é errado dizer que, pelo custo de um míssil daqueles jogados diariamente sobre alvos do Isis no Iraque, seria possível manter o CRRC funcionando por um ano. Como o Congresso não aprovou o ridículo milhão, o CRRC deve fechar as portas no último dia de setembro deste ano e seus documentos deverão ser enviados para o Arquivo Nacional. É um destino cruel: no Arquivo Nacional, serão classificados como “secretos” por 25 anos pelo menos. Além disso, somente seriam liberados os arquivos em inglês, uma vez que a Lei de Liberdade de Informação não se aplica aos originais em árabe que ainda não foram traduzidos – o tal 90% do material, exatamente o que permitiria conhecer de dentro as decisões de Saddam no Iraque e do Taliban no Afeganistão. A perda de tão valiosa memória é lamentável em um momento no qual o Isis domina a agenda do terrorismo internacional e é a grande ameaça à duramente conquistada democracia e extremamente frágil estabilidade multirreligiosa iraquiana. Barack Obama não se pronunciou de forma clara sobre o assunto, nem parece disposto a fazê-lo. Para um presidente que se elegeu criticando fortemente as ações de seu antecessor que impediam o acesso à informação por meio do Freedom Act, impedir que os americanos conheçam o outro lado da história no Afeganistão e no Iraque é, no mínimo, um contrassenso monumental. Espera-se que ele reveja sua posição e não apenas mantenha o CRRC vivo em 2015, mas também o mantenha operacional para sempre, com orçamento próprio e com autonomia para expandir sua atuação para outros conflitos. Obama tem 90 dias para não manchar sua biografia com uma aliança tática com o obscurantismo. É o momento de ele deixar claro com ações – e não com discursos – se prefere Brandeis ou Bush.

Pedro Nascimento Araujo é economista.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Marcos Mendes vota desse vez contra os aposentados




Parece brincadeira de mal gosto, mas não é! O suplente de deputado federal em exercício, Marcos Mendes (PMDB), usou seu voto mais uma vez contra a população, dessa vez as vítimas são os aposentados.

Foi votada na Câmara Federal a emenda à Medida Provisória 672/2015 que visa garantir a todas as aposentadorias o mesmo índice de reajuste do salário mínimo. Já que há anos os aposentados vem tendo aumento menor que o salário mínimo, o que com o passar dos anos vai achatando o valor real de compra dos aposentados, fazendo que muitos se aposentaram com vários salários mínimos hoje recebam apenas um salário.

No entanto vários deputados federais, que não dependem de aposentadoria, e nem tem pai ou mãe que dependa desse benefício para viver, votaram contra a MP 672/2015, entre eles o ex-prefeito e suplente em exercício Marcos Mendes (PMDB). Na imagem acima você conhece o voto de cada um dos deputados federais do Rio de Janeiro, veja como votou seu deputado e não se esqueça de quem odeia os pobres e os aposentados!

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