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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Cartão Vermelho Jovem, com Carlos Matheus




Tempos de Guerra

Recentemente ocorreu, no estado da Bahia, o Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), cujo seu caderno de teses era intitulado: Um Partido para Tempos de Guerra. Documento o qual contém propostas absurdas que pretendem destruir nossa democracia de vez. Mas não é de se estranhar, pois o objetivo do PT sempre foi nos tornar uma ditadura de esquerda.

Guerra! Esse é o plano do Partido dos Trabalhadores quando eles perderem o controle da situação de vez, por isso que o Lula convocou o “exército” do Stédile (MST) para a luta, caso as manifestações contra o governo continuem, caso a população continue descontente com o governo, palavras do próprio ex-presidente Lula. Não foi a primeira e nem a última vez que o PT deu uma amostra de fascismo, na verdade, desde 1992 ele vem demonstrando isso ao fundar, junto com o Ditador cubano Fidel Castro, o Foro de São Paulo, objetivando implantar várias ditaduras pela a América Latina, inclusive no Brasil. Mas a falta de pensamentos democráticos por parte deles é tão grande que, quando a revista Veja publicou uma matéria que desagradou o PT, teve sua sede apedrejada pela militância daquele partido. Também houve casos mais recentes, por exemplo, quando petistas agrediram manifestantes que estavam realizando um ato contra o PT em frente ao local onde o Lula estava discursando numa manifestação “em defesa da Petrobrás”, ou quando o Marcelo Reis, líder de um movimento de oposição, foi agredido por petistas ao se hospedar no mesmo hotel onde estava acontecendo o referido congresso.

Esse caderno de teses, que foi discutido no Congresso do PT, é muito preocupante para quem defende a democracia, pois entre as propostas que foram discutidas, destacam-se: Cassação de mandatos de políticos da oposição, tendo como exemplo o Jair Bolsonaro, Estatização da mídia, o governo decidiria as notícias a serem divulgadas, a proposta de o Governo Federal governar com base no MST, CUT e outras centrais sindicais amigas, etc. Isso mostra que o Partido dos Trabalhadores abandonou a estratégia gramscista e partiu para o golpismo simples e barato, pois as manifestações do início deste ano jogaram a antiga estratégia no lixo. No Caderno de Teses, o único opositor que falam que deve ser cassado é o Bolsonaro. Embora muitos não gostem dele, vamos pensar no seguinte: o referido deputado pode ser odiado por muitos, mas também exerce seu mandado de maneira democrática, e não cometeu nenhuma irregularidade para que seja caçado. Mas ao usar mecanismos do poder executivo para caçá-lo, quem garante que não haverá outros sendo calados por desagradarem o PT? Quem garante que não seremos calados por desagradarmos o PT? Com a estatização da mídia, as únicas notícias que circularão serão as que o poder permitir, gerando assim, uma legião de idiotas que idolatram o governo, embora já exista isso. Bom, e com uma espécie de república sindical sendo nosso sistema de governo, nossa democracia já estaria praticamente extinta, pois a maior parte dos sindicatos é controlada pelo Partido dos Trabalhadores, havendo assim, apenas brigas internas dentro do partido, acabando a oposição.

Alguns falarão que essas coisas são delírios, que isso não está acontecendo, que estamos loucos, nos chamam de teóricos da conspiração. Mas fiquem sabendo que as provas estão na cara para todo mundo ver, foram aprovados vários projetos que cercam nossa liberdade, exemplo disso é o Marco Civil da internet. Para deixar claro, a liberdade não é perdida de uma vez, ela nos é tirada por concessões que nós mesmos damos. É-nos tirada lentamente. “A liberdade raramente se perde de uma vez, mas costuma ser tirada aos poucos” David Hume.

Primeiro Levaram os Judeus

Primeiro levaram os judeus,
Mas não falei, por não ser judeu
Depois, perseguiram os comunistas,
Nada disse então, por não ser comunista,
Em seguida, castigaram os sindicalistas
Decidi não falar, porque não sou sindicalista.
Mais tarde, foi a vez dos católicos,
Também me calei, por ser protestante.
Então, um dia, vieram buscar-me.
Mas, por essa altura, já não restava nenhuma voz,
Que, em meu nome, se fizesse ouvir.
(Martin Niemoller)
           
Ninguém persegue mais um comunista do que um próprio comunista no poder. Ninguém persegue mais um sindicalista do que um esquerdista no poder. Nós da direita defendemos a liberdade, ao contrário da esquerda que defende um Estado superpoderoso para nos guiar até o comunismo, perseguindo quem necessário for para estabelecer seu projeto de poder. Abram os olhos! Lutemos!

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