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RESTAURANTE DA PONTE

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Movimento Voto Vivo - Especial Partido de Gaveta


Por Gilmar Aguiar

MARQUINHO E ALAIR JUNTOS. Mito ou realidade?

Durante anos esta lenda urbana assombra as corrutelas embiroscadas da província cabofriense. Tem gente que afirma que viu, tem gente que afirma que ouviu, mas a verdade é que tem muita gente lucrando com esta lenda.

Desde de que a giripoca cantou no terreiro de Noca, entre Alair e Marquinho, a cotação do preço da cabeça de cabo eleitoral subiu vertiginosamente. Vale ressaltar que em 2008, o cabo eleitoral custava quinhentos reais (a cabeça), isto cotado no mercado do arrabalde de Tamoios, onde o rebanho do finado Ayres Bessa liderava a cotação.

Hoje, os contratados do governo puxaram a cotação para cima e a oposição precisa estar desembolsando mil reais por cabeça. Isto só para dormir na câmara criogênica pré eleitoral para ser acordado em 2015.

TRANSTORNO BIPOLAR

Tenho acompanhado a crise existencial do meu amigo (amigo de verdade) Vinícius Peixoto, assessor do deputado, e posso afirmar que com o seu perfil de formador de opinião, ele em breve abandonará esta canoa. O seu conflito do ser ou não ser dos sexos do anjos será definido pela sua vocação jornalística. O deputado sempre foi sabotado pelo grupo de MM, e apesar de saber ele não se importa com isso.

O meu desligamento do PDT aconteceu em setembro de 2012 durante um almoço com o então candidato pedetista no restaurante Le Debussy em Tamoios.

Avisei a coordenação de campanha que eu estaria me retirando por vários motivos, entre eles; a coordenação em Tamoios entregue ao grupo de MM enquanto o PDT assumia um papel secundário; o excesso de exposição de MM no palanque do PDT, em muitos comícios ocupando mais tempo que o candidato e a total sabotagem durante toda a campanha.

Ao combater esta corrupção na coordenação tive minha imagem e meu trabalho acusado de provocar racha na campanha e o candidato aceitou a versão deles, no meu entender, convenientemente.

Já era ruim aceitar o grupo de MM na coligação (que perseguira o Voto Vivo), mas decisão partidária tomada, vamos em frente.

Ao sair da campanha daquele jeito, renunciei a uma garantida assessoria parlamentar, mas não renunciei aos meus princípios.

Hoje fico feliz ao ver o empenho do candidato eleito por Tamoios e me tranquilizo por saber que não tenho motivos para me arrepender da decisão que tomei.


Pode demorar, mas Vinicius um dia também vai reconhecer que não existe PDT na cidade e sim um partido de gaveta de MM.

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