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quarta-feira, 11 de maio de 2016

A VERDADE sobre o empréstimo e o desespero dos Mendes, ASPONES e SEPE


A Câmara de Vereadores de Cabo Frio foi palco ontem de mais um espetáculo de horror, uma baderna generalizada, promovida por ASPONES dos políticos Mendes (Janío e Marquinho todos Mendes), candidatos a vereadores ligados aos Mendes, um que é pré-candidato a prefeito, e o sindicato SEPE que como já descrevemos aqui faz política partidária ao invés de representar uma categoria.

Mas antes de entrar no mérito da baderna, é preciso entender sobre o que protestavam: O poder executivo mandou um novo projeto de lei para a Câmara sobre o empréstimo em reposição a parte das perdas dos royalties, a perda calculada para 2015 e 2016 é de 1 milhão e 200 mil reais no orçamento, e a reposição em torno de 200 milhões de reais, essa lei que permite a retirada sobre o empréstimo foi aprovada em 2014, no entanto era necessário novos termos e por isso foi reenviada a Câmara.

A motivo da baderna:

O motivo da baderna era bem claro, evitar que a Prefeitura de Cabo Frio pegue esse valor na gestão do Prefeito Alair Corrêa (PMDB), os Mendes temem que com esse valor, 200 milhões de reais, o Alair consiga fazer finalmente o que foi impedido, governar, construir, agir no social, transformar a cidade, os Mendes sabem que Alair com recurso faria em poucos meses mais que os governos do PDT e de Marcos Mendes fizeram em anos.

Imagem: Palhaço câmara

A baderna:

Quem estava na baderna, SEPE que faz política partidária, ASPONE de Marcos Mendes e Janío Mendes, palhaços fantasiados e sem fantasia, presidente de associação de moradores que são cabos eleitorais de Jefferson Vidal (PSC) e Marquinho Mendes (PMDB), ASPONES de Janío Mendes (PDT), Aquiles Barreto (SD) que sonha em ser candidato a prefeito no lugar de Marquinho (PMDB), pois Aquiles acha que Marquinho não consegue registro nem com Dr. Magno intervindo por ele, assessores de vereadores da oposição e por último Dr. Adriano que é candidato a prefeito.


Ou seja, o que vimos na câmara de vereadores são agentes políticos desesperados para que Alair Corrêa não tenha 200 milhões para administrar a cidade.

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