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quarta-feira, 29 de maio de 2019

APARELHAMENTO DO GOVERNO BRASILEIRO


A verdade sobre os cortes na Educação

O termo “aparelho” surgiu nos noticiários políticos nas décadas de 60 e 70 (talvez mal traduzido de algum manual soviético) referindo-se a logradouro de refúgio para a militância de esquerda. Porém com o tempo a função e a prática desta militância evoluíram  o termo “aparelho” para “dispositivos” e “sistemas” que favoreçam seus ideais.

Enquanto a militância do Partido dos Trabalhadores sofria  vexatórias derrotas eleitorais para Presidente (Collor/89, Fernando Henrique/94 e Fernando Henrique/98), seus idealizadores estudaram, mapearam e dominaram os principais municípios do Brasil, conquistando poder e “aparelhando” estes municípios.

Ao “aparelhar” os municípios o Partido dos Trabalhadores montou um sistema quase imbatível para o pleito presidencial (2002-Lula derrota Serra com 46,47%/2006-Lula derrota Alckimim com 60,83%/2010 Dilma derrota Serra com 46,91%/2014 Dilma derrota Aécio com 51,45%), e no auge do petismo (2012) o partido chegou a ter 638 municípios à seu governo.

Durante a hegemonia petista nota-se também que as reeleições (Lula 2006-60,83 e Dilma 51,45%) aconteceram com um percentual maior que suas respectivas eleições e isso se deve ao “aparelhamento do Governo Federal” e é esse o maior desafio do Governo Bolsonaro, desmontar esses dispositivos que são nocivos a democracia.

ONGs, OS, OCIP e Conselhos Comunitários “engessam” e “viciam” as funcionalidades de Ministérios (Saúde, Trabalho, Cultura e principalmente Educação) por intermédio de ações populistas, pedaladas fiscais e assistencialismo barato.

Para termos uma ideia do que ocorreu,  cito os exemplos das Universidades Federais e suas Escolas Técnicas: o Governo FHC não criou nenhuma Universidade Federal, os Governos Lula e Dilma criaram 18 novas Universidades, e ainda 214 Escolas Técnicas Federais contrapondo a nulidade do Governo FHC.

Criar novas Universidades e Escolas Técnicas é bom para o país, com certeza, porém “aparelha-las” com doutrinação e ideologias de esquerda deixa toda uma sociedade refém deste sistema.

O país está doente e o remédio é amargo.

Seis meses é pouco tempo para avaliar resultados, porém o Presidente tem que melhorar sua “Comunicação” e deixar claro que medidas impopulares são de extrema necessidade.
É chegada a hora do brasileiro emplacar seriedade e deixarmos de ser o país do jeitinho!



 Texto: Marcos  Chaves

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