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quinta-feira, 24 de março de 2016

Eu não tenho medo 2. Por Thaís Lima


Em maio de 2013 fiz uma crônica chamada "Eu não tenho medo", e resolvi trazer esse texto de volta a vocês com pequenas mudanças, essa minha decisão saiu após assumir a Coordenadoria de Comunicação de Cabo Frio onde fui atacada por uma senhora que, apesar de ter quase um século de vida, se mostra uma senhora frustrada, rancorosa e que ataca por ódio e inveja, para ela e seus pares em sofrimento e inveja segue a reedição de minha crônica, o que para mim sepulta com pá de cal esse tema fora do campo judicial.

Eu não tenho medo 2

Sou filha de uma infância pobre, mas muito honrada, meus pais enfrentaram todas as dificuldades da vida, somos uma família de 3 irmãos, minha mãe semi-analfabeta e meu pai de pouco estudo mas muito trabalhador e honrado, um digno pedreiro, o que me enche de orgulho de ambos, no entanto apesar de humilde sempre incentivaram que os filhos estudassem, levaram todos nós a terem o que hoje é chamado ensino médio, que era até onde eles dentro de suas limitações econômicas podiam nos levar, eu depois segui em frente com muita dificuldade e me formei em administração, mas dei o orgulho deles vêem sua filha com um diploma universitário nas mãos, por sinal a primeira da família a alcançar esse feito.

Com essa minha origem pobre mas muito digna aprendi a enfrentar as adversidades, quando passei para o ensino fundamental, antiga 5ª série, e até terminar meu segundo grau acordava todos os dias às cinco e meia da manhã para estudar e caminhava a pé de madrugada em ruas de chão por quase 5 quilômetros até o ponto de ônibus, como éramos pobre tudo era pouco, menos a mesa que sempre esteve cheia, era preciso economizar do lápis a borracha, nada na minha vida foi por acaso ou fácil, tudo foi feito com muita luta e vontade de seguir em frente.

Quero que vocês saibam que sou filha da Dona Fátima e do Seu Zé, nas minhas veias corre sangue, na minha casa sempre entrou e sempre entrará o dinheiro vindo de nosso trabalho honesto. E o que quero dizer com isso? Quero dizer que não tenho medo de fakes, difamação oculta ou direta e nem nada do tipo, tenho orgulho de ser o que sou, das minhas origens e do que conquistei.

É preciso que vocês entendam que na minha casa meu pai não foi espancado e maltratado por ninguém e a polícia não foi lá para salvar meu pai de nenhum tipo de mau trato, na minha família não tem psicopatas tarados por meninas e adolescentes, eu sinto repugnância de gente assim, na minha família não tem corrupto, não tenho rabo preso, não escrevo blog por portaria na ALERJ e eu não fui fantasma no Gabinete do Hélcio; eu nunca precisei me vestir de palhaça segurando coraçãozinho, eu não finjo ter uma profissão que não estudei para ter e faço assessoria de forma aloprada, eu não fui dondoca e não vivo de pensão fake e não chegarei aos 80 anos frustrada por nunca ter sido nada na vida, eu escrevo o que quero, defendo o que acredito, tenho orgulho de mim, das minhas origens, do meu marido e dos meus filhos que crio com o mesmo valor moral que fui criada, portanto sigam me difamando que eu seguirei mostrando quem vocês são.


EU NÃO TENHO MEDO!  

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