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terça-feira, 8 de abril de 2014

ESQUERDA: UM CADÁVER QUE NÃO SE ENTERRA




Por Walter Biancardine

Leio os blogs, redes sociais, tudo. E se existe algo em comum entre eles é a verdadeira histeria coletiva causada pelo pavor de ver as máscaras da esquerda caindo - uma á uma - diante do povo.

Os 50 anos do MOVIMENTO militar (golpe era o que a esquerda queria, para implantar a ditadura socialista no Brasil) caíram como uma luva e se transformaram no veículo deste medo pelo fim da mentira.

Seguindo a tática habitual, os "conscientes sociais do Leblon" acusam a direita de tudo de ruim que efetivamente fizeram e, como sempre, a acusam também do que A PRÓPRIA ESQUERDA QUERIA FAZER, mas não teve como.

Falam de torturas mas omitem as execuções sumárias de militantes discordantes, nos aparelhos clandestinos. Falam de sumiços e assassinatos mas esquecem até mesmo coisas da ATUAL DITADURA PETISTA, explicitada através do ASSASSINATO DO PREFEITO CELSO DANIEL.

Falam de corrupção, mas passam ao largo do mensalão – lembrando da palavra apenas quando a mesma se refere aos odiados Tucanos do PSDB.

Falam, falam, falam, acusam histericamente todos que discordam de serem "reaças" e "golpistas", mas se calam diante do desvio de bilhões do nosso dinheiro para financiar a megalomania de ditadores amigos na Venezuela, Bolivia, Cuba, etc.

Reclamam da censura mas fingem que nem repararam a voz calada de Rachel Scherazade, do SBT, entre tantas outras vozes que tiveram de se calar por pressão direta da PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PETISTA.

A DITADURA DO PT agora é clara, não há como negar, e o golpe continuísta se aproxima. O medo deles também é óbvio, e se evidencia nas postagens quase obsessivas, diárias e incessantes, sob a desculpa de que "ditadura nunca mais" - como se já não estivéssemos em uma.

A histeria e a raiva são partes indissolúveis do esquerdista. Ele não debate, apenas grita. Ele não argumenta, somente acusa. Sua oratória e seus textos estão sempre infectados de uma irritante raiva, travestida de “indignação por tudo isso que está aí”, mas que igualmente fazem parte.

Certamente, seguindo o cacoete sofista da esquerda, algum deles gritará em resposta: “- E o Médici? E as torturas? E o AI-5?”

Senhores, o argumento é tão infeliz quanto pueril. Digno de nota é que a esquerda separa o ato do contexto em que foi praticado. Assassinatos e torturas sempre serão condenáveis, mas a esquerda se recusa a lembrar que vivíamos uma guerra, com bancos explodindo, gente sendo sequestrada e guerrilhas sendo adestradas – á parte de um mundo em que, realmente, havia uma guerra fria entre os satélites de Moscou e as democracias, guerra declarada, sabida por todos mas que, no contexto revanchista dos 50 anos de 64, são convenientemente esquecidos.

Esquecem-se também que estes mesmos atos condenáveis foram praticados por ela, mas não apenas ignoram isto de maneira olímpica, como também usam os mesmos como argumento para justificar suas investidas rumo a “Hugochavização” do Brasil. É a hipocrisia sofista elevada exponencialmente!

Outros fingirão desprezo e comentarão que o acima escrito sequer merece resposta. Tanto melhor assim, pois é a confissão da covardia, da incapacidade de dialogar sem gritos, sem acusações – restando apenas um pretenso silêncio de efeito teatral.

Outros ainda nos acusarão de ignorância ou alienação, uma vez que a esquerda investiu-se como “dona da verdade” e sabedora da “verdadeira história daqueles anos de chumbo”. Pode até ser, uma vez que conviver com amigos de meu pai, do calibre do ex-Ministro da Marinha Alfredo Karam – entre outros – e boa parte da família escondida em aparelhos, realmente pode ter estreitado minha visão.

Enfim, para finalizar e provar que o acima exposto é verdade, fica a pergunta: se a direita é tão canalha, repudiada pelo povo e pífia em suas tentativas pobres, porque tamanha preocupação, escancarada na mídia?

Para quê se preocupar com algo que, segundo eles, é tão odiado por todos?

A verdade é que a mentira ideológica chegou ao fim e hoje se sustenta apenas pelo assistencialismo canalha, cravado nas jugulares mais vis do povo brasileiro.

Para que um conto do vigário funcione, é preciso que a vítima seja tão gananciosa quanto o vigarista.

Walter Biancardine

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