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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

A mulher fazendo justiça


Por Paulo Jordão

Hoje decidi ser direto, meio por meio entre razões logísticas e afetivas. E também porque não é fácil encontrar palavras... Estamos vivendo novos dias na política, notamos claramente que a política tem seu preço e seu valor. O princípio da moralidade, do respeito ao cidadão e as instituições estão em segundo plano. Infelizmente o que interessa é o cifrão!  

A menos de cem anos, as mulheres não tinham direito ao voto, o acesso ao ensino superior era restrito e inúmeras atividades profissionais vetavam expressamente a sua participação na vida política . O tempo passou, e atualmente a cada vez mais, estamos vendo mulheres ocupando funções e cargos de liderança no executivo e no judiciário. Essa mudança é importante para a democracia. Mas devemos ter mais mulheres participando ativamente da vida política do país, por meio de movimentos sociais, sindicatos, associações de moradores, entre outros.

No entanto, na vida partidária são poucas as mulheres que se dispõe a atuar, o que se torna uma contradição visto que reúnem condições para propor políticas públicas que melhorem a vida da população dado à inserção que as mulheres têm em todos os setores da sociedade. Desde sempre escutamos que todo o dinheiro do mundo não compra felicidade, não compra a paz de espírito, não compra Sensatez, não compra Amizade. É verdade!  

A mulher chega à vida publica para fazer justiça, temos excelentes delegadas, juízas, desembargadoras, promotoras e advogadas. Mulheres  atuantes que não colocam em risco a proteção do cidadão, e que pessoas má intencionadas não possam  influenciar a interpretação da lei para tirar vantagens .


 Desejamos que essas belíssimas profissionais , possam fixar penas severas para os ilícitos praticados por “homens públicos” . Notamos claramente  que a classe política está no grau mais baixo da valoração social desde há muito tempo, e em que a raiva contra poderosos da vida política está também no auge, os riscos de uma revolta do povo é real. Em contrapartida a mulher que ocupa cargo de comando no judiciário e na política, torna-se a esperança de muitos.  Esses políticos corruptos são perversos, um ser venal para a democracia, há uma linha tênue de demarcação da moralidade e da imoralidade que deve ser mantida. Mas acreditamos que novos tempos virão, o País esta mudando  e poderemos sonhar em um País mais justo!

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