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quarta-feira, 17 de junho de 2020

Petição online cobra justiça em caso de transexual morta a pauladas e mobiliza assinaturas por todo o país


Uma petição na internet pede por justiça e já mobiliza mais de três mil assinaturas por todo o país depois que a transexual Márcia Shokenna Bastos da Silva, de 28 anos, foi morta a pauladas em Maricá (RJ) no último domingo (14). O corpo da vítima foi sepultado na manhã desta terça-feira (16). Familiares, amigos e ativistas participaram da despedida sob forte comoção.

O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo.

Corpo de Márcia Shokenna Bastos da Silva, de 28 anos, mulher transexual assassinada a pauladas em Maricá, RJ, foi sepultado nesta terça (16) — Foto: Carlos Alves/Fórum LGBT de Maricá

Familiares da vítima pedem que as câmeras de segurança próximas ao local do crime sejam vistas para identificarem o autor. Atá a última atualização desta matéria, a Polícia Civil ainda não havia se posicionado sobre o assunto.

O corpo foi encontrado em um terreno, na rua Prefeito Joaquim Mendes, por um morador do bairro.
Segundo uma prima da vítima, Marcinha não tinha problemas com outras pessoas.

A Secretaria de Participação Popular, Direitos Humanos e Mulher de Maricá disse, em nota, que vem trabalhando, juntamente com as entidades que defendem a população LGBT pela plena garantia de direitos e cidadania e está cobrando das autoridades a solução do caso.

"Estamos cobrando das autoridades policiais para que seja feita uma investigação séria que possa estar identificando e punindo quem cometeu tal atrocidade, pois Maricá não se tornará a cidade do ódio”, afirmou a pasta.

Petição online

petição online pedindo por justiça tem gerado ainda mais visibilidade ao caso de Márcia.
Criada na noite de segunda-feira (15) por Guilherme Todesco, morador de Ribeirão Preto, São Paulo, o abaixo-assinado virtual espera atingir 5 mil assinaturas.

"Eu sou gay, e nossa comunidade sempre foi dependente de quem coloca a cara a tapa na luta por nossos direitos, travestis e trans são os maiores alvos de ataque preconceituoso. Nós moramos no Brasil, o país com mais mortes LGBTQ+ POR ANO, a cada 16 horas é registrado um novo óbito. Eu criei a petição como uma forma de buscar um posicionamento do nosso governo, nós precisamos de proteção, respeito e direitos iguais a todos, juntos nós (população) podemos cobrar isso deles, precisamos demonstrar que não estamos satisfeitos com esse descaso com nossa comunidade", desabafou Guilherme.

Fonte: g1.globo.com


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